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Escolha o protetor de acordo com o seu tipo de pele e a situação em que vai se expor aos raios UV Foto: Robson Fernandjes/Estadão A cada verão a impressão é de que o sol e o calor estão mais impetuosos, mas a indústria cosmética está respondendo à altura a esses dias quentes. As novidades prometem mais proteção contra os raios UV, facilitam a aplicação e ainda agregam outros benefícios, como ativos antienvelhecimento. A escolha do protetor mais adequado ao seu tipo de pele e à situação em que você vai se expor ao sol é importante. Lembrando que não é só na praia ou na piscina que os raios UV podem causar mal à pele. A recomendação é usar protetor sempre que estiver no sol, seja de biquíni ou camisa social. Outro ponto fundamental para uma pele saudável é ter cuidado na aplicação: cobrir toda área exposta e reaplicar a cada duas horas ou depois de sair d’água. Escolha o seu protetor e pegue o seu lugar ao sol! 1º – Ulisses (1922) – James Joyce (1882-1941). Retomando parodicamente a obra fundamental do gênero épico -a “Odisséia”, de Homero-, “Ulisses” pretende ser uma súmula de todas as experiências possíveis do homem moderno. Ao narrar a vida de Leopold Bloom e Stephen Dedalus ao longo de um dia em Dublin (capital da Irlanda), o autor irlandês rompeu com todos as convenções formais do romance: criação e combinação inusitada de palavras, ruptura da sintaxe, fragmentação da narração, além de praticamente esgotar as possibilidades do monólogo interior. Para T.S. Eliot, o mito de Ulisses serve para Joyce dar sentido e forma ao panorama de “imensa futilidade e anarquia da história contemporânea”. 2º – Em Busca do Tempo Perdido (1913-27) - Marcel Proust (1871-1922). Ciclo de sete romances do escritor francês, inter-relacionados e com um só narrador, dos quais os três últimos são póstumos: “O Caminho de Swann”, “À Sombra das Raparigas em Flor”, “O Caminho de Guermantes”, “Sodoma e Gomorra”, “A Prisioneira”, “A Fugitiva” e “O Tempo Redescoberto”. Ampla reflexão sobre a memória e o poder dissolvente do tempo, o ciclo se apóia em fatos mínimos que induzem o narrador a resgatar seu passado, ao mesmo tempo em que realiza um painel da sociedade francesa no fim do século 19 e início do 20. 3º – O Processo – Franz Kafka (1883-1924). Na obra-prima do escritor tcheco de língua alemã, o bancário Josef K. é intimado a depor em um processo instaurado contra ele. Mas, enredado em uma situação cada vez mais absurda, Joseph K. ignora de que é acusado, quem o acusa e mesmo onde fica o tribunal. 4º – Doutor Fausto (1947) – Thomas Mann. Biografia imaginária do compositor alemão Adrian Leverkühn, escrita por seu amigo Serenus Zeitblom durante o desenrolar da Segunda Guerra Mundial. Nela, o autor, para recontar o pacto fáustico com o diabo, se vale de aspectos da vida de Nietzsche, da teoria dodecafônica de Shoenberg e do auxílio teórico do filósofo Adorno. O alemão Thomas Mann, filho de uma brasileira, recebeu o Prêmio Nobel em 1929. 5º – Grande Sertão: Veredas (1956)- Guimarães Rosa (1908-1967). No sertão do Norte de Minas, o jagunço Riobaldo conta para um interlocutor, cujo nome não é revelado, a história de sua vida de guerreiro e de seu amor pelo jagunço Diadorim -na verdade, uma mulher disfarçada de homem para vingar o pai morto em luta. A escrita de permanente invenção de Guimarães Rosa (feita de neologismos, arcaísmos, transfigurações da sintaxe) reelabora a expressão oral e os mitos do interior do país a fim de criar um quadro épico e metafísico do sertão 6º – O Castelo (1926) – Franz Kafka. Em busca de trabalho, o agrimensor K. chega a uma aldeia governada por um déspota que habita um castelo construído no alto da colina. Submetida a leis arbitrárias, a população passa a hostilizá-lo. Kafka morreu antes de concluí-lo. 7º – A Montanha Mágica (1924) – Thomas Mann (1875-1955). Imagem simbólica da corrosão da sociedade européia antes da Primeira Guerra. Ao visitar o primo em um sanatório, Hans Castorp acaba por contrair tuberculose. Permanece internado por sete anos, vivendo em um ambiente de requinte intelectual, em permanente debate com idéias filosóficas antagônicas, até que decide partir para o front. 8º – O Som e a Fúria (1929) – William Faulkner (1897-1962). Edições Dom Quixote (Portugal). No condado imaginário de Yoknapatawpha, no sul dos EUA, a vida da decadente família Compson é narrada por quatro personagens distintos, todos obcecados pela jovem Caddy, neste romance em que a linguagem se amolda à consciência de cada personagem. O americano Faulkner ganhou o Prêmio Nobel em 1949. 9º – O Homem sem Qualidades (1930-1943) – Robert Musil (1880-1942). Nova Fronteira Fio condutor do enredo, o ex-oficial Ulrich é repleto de dotes intelectuais, mas incapaz de encontrar uma finalidadeem que aplicá-los. De caráter ensaístico, a obra é uma vasta reflexão sobre a crise social e espiritual do século 20. 10º – Finnegans Wake Finnegans Wake (1939) – James Joyce. Penguin (EUA). No Brasil, trechos do livro em “Panaroma do Finnegans Wake” (Ed. Perspectiva). Joyce criou nesta obra, que radicaliza seu experimentalismo linguístico, provavelmente o mais complexo texto do século. A narrativa, repleta de referências simbólicas, mitológicas e linguísticas que tornam a leitura um desafio permanente, gira em torno do personagem Humphrey Chimpden Earwicker (HCE) e sua mulher Ana Lívia Plurabelle (ALP), que vivem em Dublin. 11º – A Morte de Virgílio (1945) – Hermann Broch (1886-1951). Relógio d’Água (Portugal). Escritor austríaco. Concebida enquanto o autor estava preso pelos nazistas, a obra é um longo monólogo interior do poeta latino Virgílio. 12º – Coração das Trevas (1902) – Joseph Conrad (1857-1924). Ediouro Escritor ucraniano de língua inglesa. Em busca de um mercador de marfim que desapareceu na selva africana, o capitão Marlowe o encontra inteiramente louco e cultuado como um deus pelos nativos. 13º – O Estrangeiro (1942) – Albert Camus (1913-1960). Record . Obra que consagrou o autor francês de origem argelina (Nobel de 1957) ao tratar do absurdo da existência. Aparentemente sem motivação -”por causa do sol”-, Mersault mata um árabe durante passeio pela praia. Julgado e condenado à morte, resigna-se a seu destino. 14º – O Inominável (1953) – Samuel Beckett (1906-1989). Nova Fronteira . Conclusão da trilogia do dramaturgo irlandês, após “Molloy” e “Malone Morre”. Reduzido a uma condição precária de existência -sem nome-, o narrador busca se apropriar da identidade de dois outros personagens, Mahood e Worm. Beckett ganhou o Nobel em 1969. 15º – Cem Anos de Solidão (1967) – Gabriel García Márquez (1928). Record . Colombiano, ganhou o Nobel em 1990. A saga de duas famílias no povoado fictício de Macondo é o pretexto para o autor construir uma alegoria da situação da América Latina. Obra que projetou internacionalmente o “realismo mágico”. 16º – Admirável Mundo Novo (1932) – Aldous Huxley (1894-1963). Globo . Inglês. Alegoria sobre as sociedades administradas e sem liberdade. Em um futuro indefinido, todos os nascimentos são “de proveta” e os cidadãos são vigiados. Nascido de uma mulher, John se torna uma ameaça por sua diferença. 17º – Mrs. Dalloway (1925) – Virginia Woolf (1882-1941). Penguin Books (EUA). Inglesa. A partir de um fato banal -a compra de flores para uma festa-, Mrs. Dalloway relembra sua vida -como a relação com a filha e uma antiga paixão. 18º – Ao Farol (1927) – Virginia Woolf. Ediouro . Um passeio da família Ramsay a um farol, frustrada pelo mau tempo, torna-se imagem da sensação de perda que percorre a obra: logo após irrompe a Primeira Guerra e a morte atingirá os Ramsay. 19º – Os Embaixadores (1903) – Henry James (1891-1980). Oxford University Press (“The Embassadors”, Reino Unido). Tema central do escritor americano, o confronto entre a mentalidade puritana dos EUA a cultura “fin-de-siècle” européia dá o tom nesta história sobre americano que vai a Paris para trazer de volta rapaz seduzido pela capital francesa. 20º – A Consciência de Zeno (1923) – Italo Svevo (1861-1928). Minerva (Portugal). Após várias tentativas malogradas para deixar de fumar, Zeno Cosini segue o conselho de seu psicanalista e decide escrever a história de sua vida, fazendo um retrato impiedoso da burguesia italiana. 21º – Lolita (1958) – Vladimir Nabokov (1899-1977). Cia. das Letras . Russo naturalizado americano. O professor quarentão Humber apaixona-se pela adolescente Lolita. Para tê-la próxima, casa-se com sua mãe, que morre em um acidente de carro. Os dois se tornam então amantes. 22º – Paraiso (1960) – José Lezama Lima (1910-1976). Scipione. Cubano. Após a morte do pai e o fim do “paraíso” familiar, José Cemí conhece Oppiano Licario, que o inicia na poesia. Obra marcada apelo experimentalismo lingüístico. 23º – O Leopardo (1958) – Tomaso di Lampedusa (1896-1957). L&PM . Único romance do autor italiano. No século 19, em uma Sicília dominada por clãs familiares, o aristocrático Fabrizio Salina recusa-se a ver a decadência de sua classe, anunciada pelas convulsões sociais que vão levar a Itália à unificação. 24º – 1984 (1949) – George Orwell (1903-1950). Companhia Editora Nacional . Inglês. Nesta sombria alegoria passada em futuro que seria o ano de 1984, cidadãos estão submetidos à autoridade onipresente do “Big Brother” e proibidos de manifestar sua individualidade. 25º – A Náusea (1938) – Jean-Paul Sartre (1905-1980). Nova Fronteira . Nesta obra que tornou o filósofo Sartre mundialmente conhecido, o herói Roquentin, sentado num banco de praça em uma cidade do interior, subitamente deixa de ver sentido no mundo e passa a ter consciência do “mal-estar de existir”. Francês, Sartre recusou o Nobel em 64. 26º – O Quarteto de Alexandria (1957-1960) – Lawrence Durrell (1912-1990). Ulisseia (Portugal). Inglês de origem indiana. Tetralogia em que a mesma história de política, amor e perversão é contada de quatro óticas diferentes, em quatro diferentes romances : “Justine”, “Balthazar”, “Mountolive” e “Clea”. 27º – Os Moedeiros Falsos (1925) – André Gide (1869-1951). Gallimard (“Les Faux-Monnayeurs”, França). Edouard mantém um “diário do romance”, a partir do qual pretende escrever um romance -”Moedeiros Falsos”. A obra criou o “mise-en-abîme” -técnica em que a personagem se duplica dentro do romance. Francês, recebeu o Nobel em 1947. 28º – Malone Morre (1951) – Samuel Beckett. Edições Dom Quixote (Portugal). Segundo livro da trilogia do autor. Moribundo em um leito de hospital, Malone reflete sobre sua vida. 29º – O Deserto do Tártaros (1940) – Dino Buzzati (1906-1972). Mondadori (“Il Deserto dei Tartari”, Itália) Italiano. O tenente Drogo é enviado ao longínquo e decadente forte Bastiani, situado na fronteira pacificada de um país que nunca é nomeado. Lá, todos aguardam há décadas o ataque improvável dos tártaros e a desilusão se torna regra. 30º – Lord Jim (1900) – Joseph Conrad (1857-1924). Publicações Europa-América (Portugal). Conrad narra a história de um marinheiro atormentado pelo remorso de ter permitido o naufrágio de seu navio. 31º – Orlando (1928) – Virginia Woolf. Ediouro . A autora inglesa imagina sua amiga, a também escritora Vita-Sackville West, vivendo nos três séculos anteriores. 32º – A Peste (1947) – Albert Camus. Record . Epidemia assola Orán, na Argélia. A cidade é isolada e muitos morrem. Escrita logo após o fim da Segunda Guerra, a obra reflete sobre como indivíduos reagem à morte iminente, ao isolamento e ao vácuo de sentido que se abre em suas vidas. 33º – O Grande Gatsby (1925) – Scott Fitzgerald (1896-1940). Relógio d’Água (Portugal). Americano. Vivendo de negócios ilícitos, Jay Gatsby revê antiga paixão, Daisy, agora casada com o milionário Tom Buchanan. Tornam-se amantes, mas Daisy e o marido acabarão por envolver Gatsby em intriga que o levará a um fim trágico. 34º – O Tambor (1959) – Günter Grass (1927). Vintage Books (“The Tin Drum”, EUA). Obra em que o autor alemão narra a ascensão do nazismo. Internado em um manicômio, Oskar relembra sua vida desde os três anos, quando decidiu parar de crescer por ódio aos pais e ao mundo adulto. 35º – Pedro Páramo (1955) – Juan Rulfo (1918-1986). Paz e Terra (R$ 19,50). Mexicano. Nesta obra que prenuncia o “realismo mágico”, Juan chega a Comala em busca do paradeiro do pai, Pedro Páramo. Mas, ao descobrir que o povoado é habitado apenas por mortos, Juan morre aterrorizado. Enterrado, outros fantasmas irão lhe contar a vida de seu pai. 36º – Viagem ao Fim da Noite (1932) – Louis-Ferdinand Céline (1894-1961). Cia. das Letras (R$ 30,00). Francês. Após ser ferido na Primeira Guerra, Bardamu conhece a americana Lola, com quem viaja para os EUA. Passado na França, África e nos EUA, a obra critica as guerras e o colonialismo. 37º – Berlin Alexanderplatz (1929) – Alfred Döblin (1878-1957). Rocco (R$ 42,00). Alemão. Obra que abriu novas possibilidades ao gênero ao utilizar técnicas de montagem e justaposição para construir, nos anos 20, uma Berlim multifacetada, por onde transitam personagens esmagadas pela engrenagem social. 38º – Doutor Jivago (1957) – Boris Pasternak (1890-1960). Itatiaia (R$ 15,90). Um amplo painel da Rússia nas três primeiras décadas deste século, desde a crise do czarismo até a implantação do comunismo. O autor foi perseguido pelo regime comunista soviético, que o forçou a recusar o Prêmio Nobel de 1958. 39º – Molloy (1951) – Samuel Beckett (1906-1989). Nova Fronteira (R$ 19,00). Primeiro obra da trilogia. Relembrando suas viagens, os narradores Molloy e Moran revelam-se a mesma pessoa, e as viagens, a busca da identidade perdida. 40º – A Condição Humana (1933) – André Malraux (1901-1976). Record (R$ 28,00). Ambientado em Xangai (China), o romance dramatiza os primeiros levantes da Revolução Chinesa, em 1927. Francês, Malraux foi ministro da Cultura de Charles de Gaulle. 41º – O Jogo da Amarelinha (1963) – Julio Cortázar (1914-1984). Civilização Brasileira (R$ 41,00). Argentino. A vida de Oliveira em Paris é o pretexto para o autor criar um dos romances mais ousados do século 20. Ao propor possibilidades da leitura dos capítulos fora da ordem sequencial, o narrador delega ao leitor a capacidade de também “construir” o romance. 42º – Retrato do Artista Quando Jovem (1917) – James Joyce. Ediouro (R$ 19,90). De caráter autobiográfico, a obra investiga o processo de formação do artista ao longo da infância e adolescência do personagem Stephen Dedalus, que será um dos personagens centrais de “Ulisses”. 43º – A Cidade e as Serras (1901) – Eça de Queirós (1845-1900). Ediouro (R$ 7,80). Principal autor do realismo português, Eça põe em cena a dicotomia entre campo e cidade, ao contar a história de dois amigos, um entusiasta da moderna Paris e outro da vida bucólica em Portugal. 44º – Aquela Confusão Louca da Via Merulana (1957) - Carlo Emilio Gadda (1893-1973). Record (R$ 11,00). Neste romance “policial” sobre um roubo de jóias, ambientado nos primeiros anos do fascismo, o autor italiano radicaliza o uso de jargões, gírias e dialetos. 45º – As Vinhas da Ira (1939) – John Steinbeck (1902-1968). Record (R$ 22,00). Americano, ganhou o Nobel de 1962. Marcada por forte crítica social, obra narra a saga de uma família de camponeses em busca de trabalho na Califórnia. 46º – Auto de Fé (1935) – Elias Canetti (1905-1994). Nova Fronteira (R$ 42,00). Búlgaro de língua alemã, ganhou o Nobel de 1981. Obcecado desde a infância pela idéia de ler e saber tudo, o professor Kien acaba por morrer queimado em um incêndio de seus 100 mil livros. 47º – À Sombra do Vulcão (1947) – Malcolm Lowry (1909-1957). Ed. Siciliano (R$ 27,00). Inglês. Incorporando técnicas da linguagem cinematográfica -como flashbacks e justaposição de imagens e pensamentos-, a obra narra o périplo de um velho cônsul alcoólatra por uma cidadezinha do México. 48º – O visconde Partido ao Meio (1952)- Italo Calvino (1923-1985). Companhia das Letras. Italiano nascido em Cuba. Alegoria sobre visconde que, partido ao meio durante uma batalha, passa a viver só com a metade de seu corpo que restou, até que a outra metade decide reaparecer. 49º – Macunaíma (1928) – Mário de Andrade (1893-1945). Scipione e Villa Rica . Obra de ficção mais importante do modernismo brasileiro, “Macunaíma”, “o herói sem nenhum caráter”, sincretiza o que Mário de Andrade considerava as características do povo brasileiro: índio, negro e branco, desleal, ambicioso, coração mole, corajoso, mas preguiçoso. 50º – O Bosque das Ilusões Perdidas (1913) – Alain Fournier (1886-1914). Relógio d’Água (Portugal). A partir da paixão de um estudante por uma aldeã, o autor francês constrói uma fábula poética sobre a passagem da infância à adolescência. 51º – Morte a Crédito (1936) – Louis-Ferdinand Céline (1894-1961). Nova Fronteira . Fugindo da miséria, Ferdinand deixa sua casa e se envolve com um inventor fantástico que criou uma forma de plantio “rádio-telúrico”, que provoca a ira dos agricultores do interior da França. A obra radicalizou o experimentalismo linguístico de “Viagem ao Fim da Noite”. 52º – O Amante de Lady Chatterley (1928) – D.H. Lawrence (1885-1930). Graal . Proibido na Inglaterra por 32 anos, acusado de obscenidade, o romance narra a paixão avassaladora entre a mulher de um aristocrata inglês e um guarda-caça. 53º – O Século das Luzes (1962) – Alejo Carpentier (1904-1980). Global . Cubano. Publicada a princípio em francês, essa crônica histórica se passa na ilha antilhana de Guadalupe, onde comerciante tenta impor os ideais da Revolução Francesa (1789) em curso na Europa. 54º – Uma Tragédia Americana (1925) – Theodore Dreiser (1871-1945). New America Library (“An American Tragedy”, EUA). Escritor americano. Jovem ambicioso e arrivista planeja matar a namorada que pode impedir sua ascensão social. Deixa a idéia de lado, mas a moça acaba morrendo e ele é acusado. 55º – América (1927) – Franz Kafka. Livros do Brasil (Portugal). Obra inacabada de Kafka, publicada três anos após sua morte, conta a história de jovem que é enviado aos EUA pelos pais depois de engravidar uma empregada. 56º – Fontamara (1930) – Ignazio Silone (1900-1978). Europa-América (Portugal). Italiano. A obra gira em torno do recenseamento de camponeses feito pelos fascistas após subirem ao poder. Obra que influenciou o cinema neo-realista. 57º – Luz em Agosto (1932) Willian Faulkner. Livros do Brasil (Portugal). A obra enfoca a tensão racial no sul dos EUA a partir da história de Joe Christmas, que, por ser mulato, não consegue se integrar nem ao mundo dos negros nem ao dos brancos. 58º – Nostromo (1904) – Joseph Conrad. Record. Em país fictício da América do Sul à beira de uma revolução, o marujo Nostromo salva carga em vias de cair em mãos de rebeldes. Debelada a revolta, sua proeza é desprezada pelos companheiros. Resolve então ocultar a carga. 59º – A Vida – Modo de Usar (1978) – Georges Perec (1936-1982). Companhia das Letras . Partindo da idéia do quebra-cabeças, o livro relaciona as vidas e experiências dos moradores de um edifício em Paris. Perec participou do grupo de experimentação literária OuLiPo, de Raymond Queneau. 60º – José e Seus Irmãos (1933-1943) – Thomas Mann. Ed. Nova Fronteira . Tetralogia baseada na narrativa bíblica de Jacó, vendido pelos irmãos aos israelitas: “A História de Jacó”, “O Jovem José”, “José no Egito” e “José, o Provedor”. 61º – Os Thibault (1921-1940) – Roger Martin du Gard (1881-1958). 2 vols. Ed. Globo . Neste ciclo de oito romances, os grandes temas do entre-guerras, como o declínio do espírito religioso e a desilusão com o socialismo, são encenados por meio da trajetória de dois irmãos. Francês, ganhou o Prêmio Nobel em 1937. 62º – Cidades Invisíveis (1972) – Italo Calvino (1923-1985). Companhia das Letras . O viajante veneziano Marco Polo descreve a Kublai Khan, de modo fabular e fantasioso, as incontáveis cidades do império do conquistador mongol. 63º – Paralelo 42 (1930) – John dos Passos (1896-1970). Ed. Rocco . Inaugurando a trilogia “USA”, formada ainda por “1919″ e “Dinheiro Graúdo”, a obra do autor americano descendente de portugueses traça um painel da América nas primeiras décadas do século. 64º – Memórias de Adriano (1951) – Marguerite Yourcenar (1903-1987). Ed. Nova Fronteira . Escritora belga. No século 2º d.C., o imperador romano Adriano, próximo da morte, faz um balanço de sua existência em carta ao jovem Marco Aurélio. 65º – Passagem para a Índia (1924) – E.M. Forster (1879-1970). Publicações Europa-América (Portugal). Inglês. Na Índia sob dominação britânica, um nacionalista hindu é acusado por uma inglesa de praticar atos imorais. É preso e levado a julgamento. 66º – Trópico de Câncer (1934) – Henry Miller. Ibrasa – Instituição Brasileira de Difusão Cultural . De caráter autobiográfico, a obra recria o clima de liberdade e inconformismo de artistas e escritores americanos que viviam em Paris no entre-guerras. 67º – Enquanto Agonizo (1930) – William Faulkner. Ed. Exped . O périplo da família Bundren para enterrar a mãe em Jefferson é um pretexto para virem à tona -na consciência das personagens- as desavenças entre irmãos, pai e tios. 68º – As Asas da Pomba (1902) – Henry James (1843-1916). Ediouro . Rapaz é estimulado pela amante maquiavélica a cortejar uma milionária que está à beira da morte. 69º – O Jovem Törless (1906) – Robert Musil. Ed. Nova Fronteira . Alemão. Descreve a vida de adolescentes em um internato alemão, onde a severidade do sistema educacional conjuga-se à brutalidade do comportamento dos alunos. 70º – A Modificação (1957) – Michel Butor (1926). Minuit (“La Modification”, França). Narrado inteiramente na segunda pessoa do plural, o livro conta a história de homem que, em um trem, a caminho de encontrar a amante em Roma, divide-se entre o amor dela e o de sua mulher. 71º – A Colméia (1951) – Camilo José Cela (1916). BCD União de Editoras . Espanhol, ganhou o Nobel de 1989. Diversos personagens e histórias se cruzam neste livro em que a verdadeira personagem é a cidade de Madri (Espanha), logo após a Segunda Guerra. 72º – A Estrada de Flandres (1960) – Claude Simon (1913). Ed. Nova Fronteira . O francês Claude Simon, ligado ao movimento do “roman nouveau” (novo romance), evoca neste livro a derrota da França pelos nazistas em 1940. Ganhou o Prêmio Nobel em 1985. 73º – A Sangue Frio (1966) – Truman Capote (1924-1984). Livros do Brasil (Portugal). Enviado como jornalista para cobrir um crime real, o autor americano criou um novo gênero -o romance-documento-, que insere na ficção a investigação sistemática da reportagem. 74º – A Laranja Mecânica (1962) – Anthony Burgess (1916-1993). Ediouro . Em uma cidade imaginária, o líder de uma gangue de vândalos é preso e submetido a lavagem cerebral para “descriminalizá-lo”. Escritor britânico. 75º – O Apanhador no Campo de Centeio (1951) – J.D. Salinger (1919). Editora do Autor . O americano Salinger retrata o vazio da classe média americana e os dilemas típicos da adolescência nos anos 50 a partir da história de um jovem que vaga sem rumo por Nova York. 76º – Cavalaria Vermelha (1926) – Isaac Babel (1894-1941). Ediouro . De grande força épica, o livro narra a vida repleta de massacres e violência dos soldados russos -os cossacos. 77º – Jean Christophe (1904-12) – Romain Rolland (1866-1944). Ed. Globo . Biografia imaginária de um músico alemão que vai viver na França, mas acaba se decepcionando com a frivolidade da cultura do país. 78º – Complexo de Portnoy (1969) – Philip Roth (1933). Editora L&PM . Americano. Conceito da psiquiatria, “Complexo de Portnoy” tem como eixo garoto judeu obcecado pela mãe e em busca de satisfação sexual, o que acaba por aumentar seu complexo de culpa. 79º – Nós (1924) – Evgueni Ivanovitch Zamiatin (1884-1937). Ed. Antígona (Portugal). O escritor russo satiriza o regime comunista soviético por meio de uma cidade imaginária onde não existem nem individualismo nem liberdade. 80º – O Ciúme (1957) – Allain Robbe-Grillet (1922). Ed. Minuit (“La Jalousie”, França). Francês. Nesta obra-chave do “nouveau roman”, um narrador paranóico investiga a suposta traição da mulher. 81º – O Imoralista (1902) – André Gide (1869-1951). Ed. Gallimard (“L’Imoraliste”, França). Escritor francês. Criado na estrita moral puritana, Michel busca a auto-realização, o que resulta no sacrifício daqueles que o cercam, como a sua mulher. 82º – O Mestre e Margarida (1940) – Mikhail Afanasevitch (1891-1940). Ed. Ars Poética . Escritor russo. Voland -a encarnação do diabo- é internado em um manicômio ao desmascarar os abusos e favoritismos da sociedade russa dos anos 20. 83º – O Senhor Presidente (1946) – Miguel Ángel Asturias (1899-1974). Ed. Losada (“El Señor Presidente”, Argentina). Ganhador do Nobel de 1967, o guatemalteco se tornou um dos pioneiros do “realismo mágico” com esta obra que satiriza um ditador sul-americano. 84º – O Lobo da Estepe (1927) – Herman Hesse (1877-1962). Ed. Record . Escritor alemão. Solitário e em crise existencial, o escritor Harry Haller acaba por conhecer duas pessoas que vão incitá-lo a aceitar a vida em toda a sua plenitude. 85º – Os Cadernos de Malte Laurids Bridge (1910) – Rainer Maria Rilke (1875-1926). Editora Siciliano . Escritor alemão. Intelectual reflete em seu diário sobre a morte e a busca de Deus enquanto se recupera de uma doença. 86º – Satã em Gorai (1934) – Isaac B. Singer (1904-1991). Ed. Perspectiva . No século 17, em uma aldeia da Polônia assediada por tropas inimigas, um falso messias anuncia a redenção próxima. Polonês de língua inglesa, Singer recebeu o Prêmio Nobel em 1978. 87º – Zazie no Metrô (1959) – Raymond Queneau (1903-1976). Ed. Rocco . Francês, criador nos anos 60 do grupo de experimentação literária OuLiPo. Enquanto o metrô está em greve, Zazie percorre a cidade de Paris, partilhando a experiência de personagens como uma viúva, um taxista e um cabeleireiro. 88º – Revolução dos Bichos (1945) – George Orwell. Editora Globo . Animais de uma fazenda se rebelam contra seus donos e tomam o poder. Ambicionam realizar uma “sociedade” igualitária, mas logo se instala uma ditadura, a dos porcos, que submete os demais bichos como faziam os donos humanos. 89º – O Anão – Pär Lagerkvist. Ed. Farrar, Strauss & Giroux (“Dwarf”, EUA). No século 15, em Florença, um anão conta em um diário como foi encarcerado na torre do palácio por Lorenzo de Médici depois de servi-lo por vários anos. O autor sueco ganhou o Nobel em 1951. 90º – A Tigela Dourada (1904) – Henry James. Oxford University Press (“The Golden Bowl”, EUA). Dividido em duas partes, o livro é um estudo sobre o adultério a partir da ótica de um aristocrata e de sua mulher. 91º – Santuário – William Faulkner. Editora Minerva (Portugal). Um delinquente mata um de seus comparsas e violenta uma jovem, que ele depois obriga a se prostituir. Perseguido pela polícia, ele é inocentado do crime pela mulher, que acusa a um outro, que acaba linchado. A fraqueza da justiça humana, a crueldade e a impotência são alguns dos temas reunidos por Faulkner neste livro, em que a tragédia grega se intromete no romance policial, na observação de André Malraux. 92º – A Morte de Artemio Cruz (1962) – Carlos Fuentes (1928). Ed. Rocco . Escritor mexicano. Inválido e à beira da morte, o rico e poderoso Artemio Cruz relembra o seu passado revolucionário. 93º – Don Segundo Sombra (1926) – Ricardo Güiraldes (1886-1927). Ed. Scipione . De dimensões míticas, obra narra a formação de um jovem por um dos últimos “gauchos” dos pampas argentinos. Obra de forte caráter nacionalista. 94º – A Invenção de Morel (1940) – Adolfo Bioy Casares (1914). Ed. Rocco . Neste clássico da literatura fantástica, o autor argentino cria a história de um homem em fuga da Justiça que chega a uma ilha deserta, onde pouco a pouco realidade e imaginário começam a se misturar. 95º – Absalão, Absalão (1936) – William Faulkner. Editores Reunidos (Portugal). O passado mítico e trágico de Thomas Sutpen, que impôs a destruição à velha aristocracia de uma cidade, é narrado a partir de três pontos de vista diferentes, que se contradizem, se anulam ou se confirmam. O drama familiar, o conflito racial e a decadência sulina expandem-se em um quadro histórico dos maiores construídos por Faulkner. 96º – Fogo Pálido (1962) – Vladimir Nabokov (1899-1977). Ed. Teorema (Portugal). Escritor russo-americano. Após apresentar ao leitor um poema recém-descoberto -”Fogo Pálido”-, o narrador analisa sua estrutura e investiga as motivações que levaram o autor -já morto- a escrevê-lo. 97º – Herzog (1964) – Saul Bellow (1915). Ed. Relógio d’Àgua (Portugal). Em crise existencial, intelectual passa a enviar cartas a figuras fictícias, como filósofos, políticos, além de Deus e a si mesmo. Americano, ganhou o Nobel em 1976. 98º – Memorial do Convento (1982) – José Saramago (1922). Bertrand . Autor português, ganhou o Nobel em 1998. Durante construção de convento em Portugal no século 18, padre idealiza realizar um engenho voador, a “passarola”, o que desagrada a Inquisição. 99º – Judeus sem Dinheiro (1930) – Michael Gold (1893-1967). Editorial Caminho (Portugal). Membro do Partido Comunista, o escritor americano traça um painel do bairro do Lower East Side, em Nova York, durante as primeiras décadas do século, quando começavam a chegar as primeiras levas de imigrantes judeus. 100º – Os Cus de Judas (1980) – Antonio Lobo Antunes (1942). Ed. Marco Zero . Escritor português. A obra trata de forma sarcástica e irreverente a ditadura salazarista dos anos 70 e as guerras pela libertação das colônias portuguesas na África. Assis Ribeiro Da Revista Fórum Corpo feminino, beleza e diversidade na mídia À medida que as mulheres passaram a obter vitórias políticas, conseguindo a igualdade jurídica, a discriminação foi deslocada para outros campos. E um tema que merece atenção é o da aparência feminina, pois envolve uma mudança no enfoque do corpo da mulher na mídia. Por Cynthia Semíramis Mulheres ainda são avaliadas primeiro – e principalmente – por sua aparência, e não por suas atitudes e qualidades. Resquício de uma época na qual mulher não podia estudar nem trabalhar, a aparência feminina era fundamental para enfeitar o ambiente e se destacar. Porém, os tempos mudaram e hoje não faz o menor sentido adotar a aparência física como critério principal para a avaliação da vida de uma mulher, e de sua atuação profissional. Um homem não vai ser considerado menos profissional se for careca, idoso ou andar como um pato. Caso não use as roupas da moda, será visto como excêntrico, não como indigno de confiança profissional. Uma mulher será criticada em toda a sua aparência (peso, roupas, esmalte, batom, rímel, sombra, cor e corte de cabelo, espessura e formato da sobrancelha, sapatos, bolsa, brincos, colares e pulseiras) antes de ser avaliada pelo que tem a dizer. Seu peso e sua aparência são tratados como assuntos públicos, como se ela estivesse o tempo todo precisando primeiro ser aprovada como enfeite, e só depois, segundo o ideal de beleza vigente, pudesse ser avaliada e aprovada como profissional. Essa desigualdade na abordagem da aparência faz com que as mulheres não tenham a mesma igualdade de oportunidades que os homens. A avaliação é feita por critérios desiguais em razão de gênero, e a necessidade de atender a essa pressão faz com que mulheres sejam fortemente prejudicadas em sua vida social e profissional. Ideal de beleza ignora a diversidade de corpos Ao longo do século XX, o padrão de beleza criado a partir das medidas da média das mulheres deu lugar ao ideal de beleza, que valoriza um tipo de corpo bem distante da média da sociedade. Em 1950, uma mulher de 1,60m e 63kg era modelo de beleza; atualmente a modelo tem de ter mais de 1,75m e pesar 50kg ou menos. A modelo de 1950 tinha o corpo parecido com o das mulheres de sua época; a de hoje tem o corpo bem distante da realidade da maioria das mulheres. O modelo ideal de beleza atual, incentivado pelos meios de comunicação de massa, é extremamente limitador: para ser bonita é necessário ser jovem, extremamente magra, alta e com traços europeizados (pele, cabelos e olhos claros, cabelos lisos). Basta andar na rua para perceber que é raríssimo alguém ter todas essas características – e praticamente impossível tê-las ao mesmo tempo. Trata-se de um modelo que ignora a diversidade racial e cultural brasileira. É absurdo que, para ficar em um exemplo, cabelos escuros e crespos sejam vistos como inadequados e necessitem ser clareados e alisados para se enquadrar em um ideal de beleza que nega a história das brasileiras. Porém, é esse ideal de beleza altamente excludente e alienante que é tratado como único modelo a ser seguido se as mulheres quiserem obter respeito social e profissional. Infância direcionada para os cuidados com a aparência Um dos efeitos da obsessão em obrigar mulheres a ter o corpo perfeito está na pressão exercida durante a infância. Ao invés de brincar ou estudar, as meninas são incentivadas a perseguir um corpo ideal desde tenra idade. Antes de aprender a ler, meninas já aprenderam a usar batom e a ter medo de engordar. É cada vez mais comum encontrar maquiagem e tintura para cabelos específicos para crianças. Saltos altos, tratamentos estéticos e gestos limitados para não sujar roupas ou borrar a maquiagem já são rotina para muitas meninas. Estudar, ter vida social e tentar ser feliz são valores secundários: o que importa é aprenderem a controlar e alterar o próprio corpo para obter a aparência perfeita. Durante a puberdade, incapazes de aceitar as mudanças em suas formas e o aumento do grau de gordura corporal, muitas meninas se entregam a dietas de emagrecimento, às vezes até dificultando ou impedindo o processo metabólico natural que levará à menarca. O impacto em suas vidas varia de problemas com autoestima e insatisfação duradoura com seu corpo, passando pelo desenvolvimento de distúrbios alimentares e anorexia, podendo chegar à morte. Igualdade de gênero, violência e declarações de direitos A pressão para construir e manter o corpo perfeito resulta em violência física e psicológica. Tentar atingir um modelo inatingível gera angústia, estresse e sensação de inadequação. A pretexto de modificar quem não se enquadra no modelo, estimula-se a zombaria e a agressão, chegando ao ponto de agressão física (como os “rodeios de gordas” na Unesp, no qual universitários perseguiam e agrediam suas colegas que estavam acima do peso considerado ideal). Além da questão da violência, há também a violação do princípio da igualdade. Não é possível ter igualdade de gênero em um sistema que, desde a tenra idade, força as meninas a se perceberem como fisicamente inadequadas e dificulta a inclusão social feminina. Também há a violação dos princípios de proteção ao desenvolvimento físico e mental das crianças e adolescentes. Declarações de direitos são fundamentais no combate a todo tipo de discriminação contra mulheres, inclusive quando gera violência psicológica. Dentre as diversas declarações e convenções, destacamos a Convenção de Belém do Pará (1994), dedicada a combater a violência contra mulheres. O artigo 6º declara o direito de a mulher ser valorizada e educada livre de padrões estereotipados de comportamento e práticas sociais e culturais baseados em conceitos de inferioridade ou subordinação, e o artigo 8º, g, considera dever do Estado incentivar os meios de comunicação a formular diretrizes adequadas de divulgação que contribuam para a erradicação da violência em todas as suas formas e enalteçam o respeito pela dignidade da mulher. Combatendo a discriminação em razão de aparência O combate às discriminações legitima a atuação do Estado em duas frentes: estímulo a políticas públicas de combate à discriminação e incentivo à introdução de mudanças nas áreas de educação e mídia para modificar as relações de poder que estereotipam e patrocinam comportamentos prejudiciais às mulheres. O Estado brasileiro vem agindo por meio da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM), desenvolvendo atuação específica para questionar e combater os estereótipos sobre mulheres divulgados em anúncios publicitários e programação televisiva. É importante lembrar que o Estado não está censurando nem proibindo, está apenas questionando os valores que são transmitidos pelos meios de comunicação. Ao questionar, propõe mudança de paradigma para que a mídia combata a violência simbólica contra mulheres. A atuação da SPM, embora louvável e juridicamente correta, ainda é insuficiente. É necessário haver mais envolvimento da sociedade civil e dos demais poderes da República, a exemplo do que ocorre em outros países. Na Suécia, anúncios que exploram o corpo feminino ou que usam mulheres para vender produtos não ligados ao corpo feminino são pichados e sofrem repúdio público. Na Espanha, os desfiles de moda seguem regras para impedir a participação de modelos desnutridas ou jovens demais. Na Inglaterra, anúncios de maquiagem e produtos tidos como rejuvenescedores são retirados de circulação se fica evidente o excesso de manipulação digital da imagem, caracterizando propaganda enganosa. O Ministério Público de São Paulo tem interferido na indústria da moda com bons resultados. Ao exigir modelos negras nas passarelas e proibir algumas participações (modelos abaixo de 16 anos ou magras demais), abriu espaço para maior diversidade de mulheres nas passarelas. É necessário ampliar esse tipo de iniciativa para outras áreas. Anúncios publicitários ainda são bastante discriminatórios e o Conar, apesar da pressão da sociedade civil, pouco tem feito para modificar esse quadro. Falta diversidade nas revistas e na televisão: a aparência física da maioria das apresentadoras de telejornais, atrizes e modelos está bem distante da média da população e não representa a diversidade das regiões e dos corpos das mulheres brasileiras. O descaso com que são recebidas as críticas à falta de diversidade na mídia faz crer que é necessário forçar a implementação de cotas para estimular a diversidade feminina. Também é o caso de efetivamente punir propaganda enganosa ou discriminatória em razão de aparência. Em suma, é necessário agir não só por meio de políticas públicas, mas judicialmente, para impedir que seja incentivado um ideal de beleza excludente que atua para controlar os corpos e restringir a vida das mulheres. Mulheres são muito mais do que corpos, e corpos são muito mais do que aparência estética. É importante lembrar disso para combater o controle do corpo feminino através da imposição midiática de um modelo estético opressor, que ignora a diversidade e que não contribui para uma vida com mais liberdade para as meninas e mulheres. Mitos e verdades sobre o uso do protetor solar BLOG por david em 4 de dezembro de 2013 Tudo bem com vocês, lindas? Hoje conversaremos um pouco sobre protetor solar. Respondemos algumas perguntas e desvendamos alguns mistérios que intrigavam grande parte das pessoas. Perguntas sobre cor de pele, fator de proteção, bronzeamento e até sobre uso de protetor em outras horas do dia. Você vai amar. Não estou na praia. Preciso usar protetor solar? Sim. O protetor deve ser utilizado diariamente. O sol acelera o envelhecimento de qualquer forma, pois destroi o colágeno da pele, substância responsável por manter a estrutura jovem. Mas se estiver nublado eu não preciso usar, não é mesmo? Não é bem assim. As nuvens não filtram totalmente os raios ultravioletas. O fato é que não conseguimos ver os raios do sol, mas os raios malignos estão lá. Proteção sempre. O protetor com FPS 60 protege mais que o FPS 30? Não. A diferença é mínima entre eles, variando entre 4% e 5%. Quando utilizamos, o fator de proteção cai pela metade, isso dependendo do peso da pessoa, o que interfere no nível de absorção da pele. O importante é proteger. Posso ficar bronzeada com o protetor solar? Pode. O protetor permite ganho de cor, mas a nova tonalidade só poderá ser percebida com um tempo maior. Sem proteção, a pessoa consegue perceber a cor nova em dois dias em média, mas utilizando o protetor, essa diferença poderá ser percebida em até 5 dias. Demora mais, em compensação, a cor é mais segura e dura mais tempo. Sem falar que sua saúde agradece. Não preciso utilizar protetor solar em dias nublados, não é mesmo? Não é bem assim. As nuvens não filtram totalmente os raios ultravioletas. O fato é que não conseguimos ver os raios do sol, mas os raios malignos estão lá. Proteção sempre. O protetor perde a função quando entra em contato com a água? Sim. Perde. Por isso é importante aplicar o produto após cada mergulho ou quando houver muita transpiração. O uso de chapéu substitui a proteção do filtro? Não, porém o casamento do protetor solar com acessórios que nos disponibilizam sombra sempre deve ser levado em consideração. Roupas leves e claras também não estão descartadas. por cris em 14 de abril de 2012 Quem não usa ou nunca usou um batom já pode atirar o primeiro salto alto. Ele é um dos produtos de beleza mais vendidos, é indispensável em qualquer bolsa de mulher, é responsável por grandes diferenças em uma make. Versátil, essa definição lhe cai muito bem. Algo fundamental também é conhecer de que ele é feito para garantir que seja sempre um algo a mais de saúde em sua vida. Sua principal matéria-prima é a cera de carnaúba com aromas e pigmentos; adicionais como manteiga de karité e filtro solar também são costumeiramente adicionados afim de se proporcionar mais qualidade ao produto. O batom costuma ser um item acessível de maquiagem, mas pode variar muito de preço dependendo da marca que escol her. O mais caro registrado até hoje é da Guerlain e custa em torno de 94 mil reais; o alto valor se atribui à embalagem que é feita de 110 gramas de ouro 18 quilates e tem 199 diamantes. Outra versatilidade desse produto são as infinitas opções de cores e saiba que existem algumas que mais combinam como cada tipo de pele. As morenas, por exemplo, combinam muito com tons de rosa, coral, pêssego, marrom e vermelho intenso. Para as negras, já se recomenda os tons de marrom rosados ou alaranjados e vinho. Para as loiras rosadas, a aposta é pelas cores variantes do rosa, vermelhos e cereja vibrantes. As brancas amareladas e as orientais já devem preferir o pink, vermelhos abertos e fechados. Quem quiser conhecer nossa gigantesca coleção de batons, dê uma passadinha aqui na Mulher Cheirosa e entregue-se ao poder de nossas maquiadoras. Apesar de o sol ser culpado por nada menos do que 80% do envelhecimento da pele, no dia a dia você também precisa se preocupar com as agressões causadas pela poluição, pelo ar condicionado e pelo estresse. Juntas, elas destroem as fibras que dão sustentação à pele, além de roubar o brilho e a hidratação. A boa notícia é que dá para prevenir e combater todos esses problemas de ma só vez escolhendo um hidratante multifuncional. Ele obrigatoriamente tem de ter um fator de proteção solar alto (recomendam-se FPS 30 para o rosto e 15 para mãos e braços) e ativos antioxidantes e desintoxicantes que blindam a sua pele. Mas fique atenta: apesar de funcionar como um escudo de proteção, o creme deve ser leve e especialmente desenvolvido para a pele brasileira, como o UV Perfect. Você sabia que a ingestão de duas ou três bananas por dia traz um bem “danado” à saúde e é um excelente remédio para superar a depressão? Um estudo elaborado nas Filipinas destaca o alto conteúdo do trytoplan, um antidepressivo natural da fruta. Os pesquisadores filipinos asseguram que essa substância mantém os níveis de serotonina no cérebro e melhora o humor das pessoas. Os profissionais observaram também outras vantagens para a saúde, como a presença de vitamina A, C, K e B6, além de não produzir colesterol nem causar obesidade, reduzir os riscos de ataque cardíaco e contribuir para reforçar a massa muscular e a energia. O chocolate além de ser nutritivo, rico em proteínas e em energia, contém outras propriedades muito importantes, como a presença do triptofano, que tem ligação com a serotonina, o hormônio responsável por produzir no corpo sensações de tranquilidade, relaxamento e felicidade. Além disso, é rico em magnésio, um mineral que ajuda a aliviar os sintomas da TPM e a melhorar o humor nos dias do período menstrual. O chocolate além de invadir as prateleiras dos supermercados, invadiu na indústria de cosméticos, salões de beleza e spas e está deixando a pele e os cabelos muito mais bonitos e saudáveis. A Chocoterapia contribui positivamente na redução do processo de envelhecimento, promove a circulação linfática do organismo, melhorando a tonificar a pele, melhorando a circulação sanguínea, previne e evita a pele seca, conferindo-lhe uma maior suavidade, este tratamento também remineraliza a camada superficial da pele e ajuda a diminuir o acne. Você encontra a Chocoterapia na Clínica de Beleza da Mulher Cheirosa, que conta com um banho gostoso de chocolate, cremoso, hidratante, remineralizante e nutritivo, dando viço, luminosidade e maciez à pele. Uma delícia!!! por cris em 5 de setembro de 2012 As mulheres que já casaram e as que ainda vão viver esse grande dia sabem da importância de fazer e aproveitar bastante o Spa da Noiva. Sabendo disso, e atendendo a muitos pedidos das noivinhas, vamos falar e explicar um pouquinho dos nossos pacotes disponibilizados para vocês. Para melhor atendê-las e pensando no orçamento de cada uma, disponibilizamos 5 tipos de produções especialmente para vocês. O primeiro é o Kit Buquê Orquídea que é o mais básico a ser realizado aqui na Mulher Cheirosa, mas que nem por isso vai te deixar menos linda. Ele inclui os seguintes itens: Banho de lua tradicional (descoloração, esfoliação, hidratação e sais de banho) Prova do penteado Penteado Maquiagem Manicure francesinha com strass na unha da aliança Pedicure francesinha Design de sobrancelha O segundo kit é Buquê Rosa. Ele se divide em dois dias e oferece: Banho de noiva (2 dias): 1ª parte (um dia antes do casamento) – descoloração, esfoliação e banhos hidratantes 2ª parte (no dia do casamento) – banhos de cheiro, afrodisíacos, pétalas de rosas e hidromassagem Manicure francesinha com um strass na unha da aliança Pedicure francesinha Depilação completa (perna, contorno, axila e buço) Design de sobrancelha Prova do penteado Penteado Maquiagem Alimentação (almoço e lanche) O terceiro Kit Buquê Tulita. Ele disponibiliza o tratamento em 3 dias – tudo para você sair ainda mais linda da nossa Clínica. Esse pacote inclui: - Banho de noiva (2 dias): 1ª parte (um dia antes do casamento) – descoloração, esfoliação e banhos hidratantes 2ª parte (no dia do casamento) – banhos de cheiro, afrodisíacos, pétalas de rosas e hidromassagem - Manicure francesinha com um strass na unha da aliança - Pedicure francesinha - Depilação completa (perna, contorno, axila e buço) - Design de sobrancelha - Prova do penteado - Penteado - Maquiagem - Massagem relaxante - Limpeza de pele (recomendamos de 7 a 10 dias antes do casamento) - Alimentação (almoço e lanche) O 4º é o Kit Buquê Lirium e é o mais completo. Nele estão inclusos todos os serviços que a Noiva necessita. Está incluso: Banho de noiva (2 dias): 1ª parte (um dia antes do casamento) – descoloração, esfoliação e banhos hidratantes 2ª parte (no dia do casamento) – banhos de cheiro, afrodisíacos, pétalas de rosas e hidromassagem Manicure francesinha com um strass na unha da aliança Unhas postiças Pedicure francesinha Parafina mãos Spa dos pés ou escalda pés Depilação completa (perna, contorno, axila e buço) Design de sobrancelha Henna ou tinta nas sobrancelhas Prova do penteado Penteado Maquiagem Massagem relaxante Limpeza de pele (recomendamos de 7 a 10 dias antes do casamento) Hidratação facial (tira o stress, casaco, clareia a pele, dá viço e luminosidade para receber a maquiagem) Banho de argila com chocolate ou algas (auxilia na redução de medidas, funciona como retenção de líquido, clareador de manchas e é curativa) – recomendamos um dia antes do casamento Maquiagem e penteado da mãe da noiva Alimentação (almoço e lanche) Por fim, o nosso 5º kit é o At Home que é a possibilidade de oferecer os principais serviços em domicílio. Seja em casa, em um hotel ou em qualquer outro lugar, nós iremos até você. O pacote é composto por: Prova do penteado Penteado Maquiagem Para saber valores e agendar a sua data, entre em contato conosco pelo telefone: (85) 3244 0807. Para finalizar o nosso post e deixar todos vocês de olhos muito bem abertos e de queixo caído, aí vão algumas imagens de uma pequeníssima parcela das mulheres que confiaram em nosso trabalho e receberam toda a qualidade que elas mereciam. O problema será: “Qual penteado e make eu vou escolher?” Com a ajuda de um lenço de papel, retire o excesso de batom, aplique uma camada fina de pó e passe mais uma camada de batom. Prontinho! Seguindo essas dicas, seu batom, além de lindo, durará muito mais tempo nos lábios. Para deixar a pele dos lábios em uma cor mais uniforme ou deixar o batom com efeito matte, pode-se acrescentar prime e base. O efeito também fica fantástico! Gostou? Quer mais dicas? Acesse e curta nossa página no facebook (/ClinicaMulherCheirosa) e no instagram (@Mulher_Cheirosa). Beijinho, queridas! O dia do casamento é o dia mais feliz na vida de uma mulher. Cada mínimo detalhe é planejado para que o dia seja perfeito! Então, por que não se preocupar também com a maquiagem desse dia? É preciso estar muito atenta à maquiagem. Primeiramente, as referências são essenciais nesse momento: se o estilo do casamento vai ser mais romântico, retrô, moderno… todos os pequenos detalhes – sim, até a maquiagem – devem casar. Além disso, o maquiador deve lembrar que a make precisa durar bastante, afinal, o dia do casamento é um dia de muitas emoções e ela deve durar na alegria e na tristeza. Por isso, para um trabalho primoroso, os produtos devem ser à prova d’água, pois evita que borre. Outra dica super importante é deixar a pele da noiva de porcelana; ela tem que estar com a tez incrível, sem poros abertos, bem iluminada e hidratada. O branco do vestido pede uma maquiagem mais romântica e que preze pela iluminação. Tanto cabelo quanto o olho devem estar em sintonia com o vestido e estilo do casamento. Por exemplo, cabelos tradicionais ou que sigam um estilo vintage pedem uma maquiagem suave e delicada. O ideal é conversa com um profissional de sua confiança e sempre buscar referências para fazer uma make perfeita. Na Clínica Mulher Cheirosa temos uma equipe super preparada e antenada nas últimas tendências de make e cabelo. Limpeza Nosso primeiro passo é a limpeza. Deixar o rosto limpo é super importante pois, assim, a pele recebe melhor as texturas e pigmentos da maquiagem. 1. O ideal é usar um sabonete neutro ou adequado para o seu tipo de pele. 2 . Após, passar uma loção adstringente para fechar os poros. Hidratação A hidratação da pele é outro passo muito importante, é com ajuda dela que vamos fixar melhor a maquiagem. 1. Aplique o hidratante especial para o seu tipo de pele. Quem tem pele seca deve optar por cremes hidratantes e quem tem pele oleosa é indicado o uso de gel ou loção oil-free. 2. Com a ajuda dos dedos, faça uma massagem para melhorar a circulação do rosto. Fixação da maquiagem 1. O gelo é um aliado de longas datas na hora de fechar os poros e na ajuda para fixar a maquiagem. Coloque gelo em uma toalha, enrole e passe em todo o rosto (nunca passe gelo diretamente no rosto, pois ele pode gerar queimaduras na pele); 2. O primer deve ser o nosso melhor amigo na hora da maquiagem. Ele é uma espécie de base para ser usada antes da base, pois esse produto fecha os poros, controla a oleosidade e prepara a textura da pele para uma melhor fixação. Existem primers de diversos tipos, como o facial, labial e para a área dos olhos. 3. Por último, o pó. Esse é o produto coringa da maquiagem. Deve ser aplicado depois da base, em todo o rosto para fixar ainda mais a make. Antes de passar o lápis ou delineador, também aplique um pouco de nas pálpebras, ele vai ajudar a controlar a oleosidade da área e impedir que a make borre facilmente. A base é um dos itens mais importantes na hora da maquiagem, pois é ela que vai deixar sua pele impecável: sem manchas ou marcas e texturas diferentes. Usando o produto certo para a sua pele, a base é capaz de deixá-la uma verdadeira porcelana. Testando a base Existe uma grande dúvida na hora de escolher a cor certa para sua pele. O primeiro passo é escolher dois tons mais próximos da cor da sua pele, para se certificar, faça uma linha fina logo abaixo das maçãs do rosto. A cor que mais se aproximar ao seu tom de pele, é a ideal para o seu rosto. Se a dúvida persistir, escolha o tom mais claro pois a base tende a escurecer com o tempo. O que é melhor: pincel ou esponja? Para escolher qual o melhor material é preciso definir o tipo da base. Alguns profissionais preferem o pincel, pois o efeito fica mais natural, no entanto, as bases duo ou em pó fixam melhor com a ajuda da esponja. Bases HD, líquidas ou cremosa, use pincéis com fibra ótica. E as compactas pedem esponjas achatadas. Luz! Garanta pontos de luz utilizando tons mais claros e escuros que a sua pele. No caso da zona T, espalhe base um tom mais claro que a sua pele na testa, nariz e queixo. No restante do rosto, uniformize utilizando a base no seu tom. Como cuidar das unhas INTERNACIONAIS, VOCÊ MELHOR por elaine em 16 de agosto de 2013 Unhas lindas, compridas e bem fortes… quem não quer? Tem mulher que sofre para deixá-las assim, principalmente as que atuam como dona de casa. A verdade é que louça, roupa e outros cuidados com a casa não facilitam no cuidado com as unhas. Pensando nisso, a Mulher Cheirosa vem te mostrar algumas dicas extras para manter as unhas sempre bonitas. Cutículas: Cuidar das cutículas é essencial, pois ela funciona como uma barreira protetora da unha. Então, o ideal é tirar a cutícula superficialmente de quinze em quinze dias e hidratá-la 3 vezes ao dia com creme hidratante especial para as mãos. Base: Troque a base que passamos antes do esmalte por um base fortalecedora. Elas fazem totalmente a diferença e existem várias no mercado com nutrientes importantes para o crescimento e fortalecimento das unhas. Esmalte: Os esmaltes impedem as unhas de respirarem, então, é interessante não ficar mais do que uma semana com o mesmo esmalte e, nesse meio tempo, deixar as unhas respirarem por, pelo menos, 3 dias. Vitaminas: Alimentação é tudo! E ela faz uma super diferença na aparência das unhas, pois elas dependem de vitaminas e nutrientes para crescerem fortes. Cabelos hidratados, sedosos e super lindos são o sonho de qualquer mulher. Especialistas se reinventam diariamente e todos os dias novos produtos são lançados para auxiliar as mulheres na busca pelo cabelo perfeito. No entanto, algumas pequenas mudanças na rotina já ajudam a manter os fios saudáveis e muito mais bonitos. Principais Cuidados Primeiramente, para ter um cabelo bonito e saudável, é importante usar produtos adequados ao seu tipo de fio. Por isso, na hora de escolher o shampoo e demais produtos, fique atenta se seu cabelo é liso, crespo, oleoso ou seco. A temperatura da água na hora da lavagem também é um fator muito importante. Água em temperatura alta torna o cabelo mais frágil, além disso, também evite lavar o cabelo todos os dias. O ideal é, depois de passar o shampoo, enxaguar o cabelo com água fria para fechar as cutículas. Quanto ao condicionador, sempre ter atenção que não deve colocá-lo na raiz, apenas nas pontas. Sempre que for usar chapinha ou utilizar o secador, é obrigatório usar um produto protetor. Alimentação Um dos principais influenciadores na saúde dos fios é a alimentação. Ferro, zinco, cobre, minerais, vitamina B12 e muita água, são responsáveis pela hidratação e beleza dos cabelos.

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Escolha o protetor de acordo com o seu tipo de pele e a situação em que vai se expor aos raios UV Foto: Robson Fernandjes/Estadão A cada verão a impressão é de que o sol e o calor estão mais impetuosos, mas a indústria cosmética está respondendo à altura a esses dias quentes. As novidades prometem mais proteção contra os raios UV, facilitam a aplicação e ainda agregam outros benefícios, como ativos antienvelhecimento. A escolha do protetor mais adequado ao seu tipo de pele e à situação em que você vai se expor ao sol é importante. Lembrando que não é só na praia ou na piscina que os raios UV podem causar mal à pele. A recomendação é usar protetor sempre que estiver no sol, seja de biquíni ou camisa social. Outro ponto fundamental para uma pele saudável é ter cuidado na aplicação: cobrir toda área exposta e reaplicar a cada duas horas ou depois de sair d’água. Escolha o seu protetor e pegue o seu lugar ao sol! 1º – Ulisses (1922) – James Joyce (1882-1941). Retomando parodicamente a obra fundamental do gênero épico -a “Odisséia”, de Homero-, “Ulisses” pretende ser uma súmula de todas as experiências possíveis do homem moderno. Ao narrar a vida de Leopold Bloom e Stephen Dedalus ao longo de um dia em Dublin (capital da Irlanda), o autor irlandês rompeu com todos as convenções formais do romance: criação e combinação inusitada de palavras, ruptura da sintaxe, fragmentação da narração, além de praticamente esgotar as possibilidades do monólogo interior. Para T.S. Eliot, o mito de Ulisses serve para Joyce dar sentido e forma ao panorama de “imensa futilidade e anarquia da história contemporânea”. 2º – Em Busca do Tempo Perdido (1913-27) - Marcel Proust (1871-1922). Ciclo de sete romances do escritor francês, inter-relacionados e com um só narrador, dos quais os três últimos são póstumos: “O Caminho de Swann”, “À Sombra das Raparigas em Flor”, “O Caminho de Guermantes”, “Sodoma e Gomorra”, “A Prisioneira”, “A Fugitiva” e “O Tempo Redescoberto”. Ampla reflexão sobre a memória e o poder dissolvente do tempo, o ciclo se apóia em fatos mínimos que induzem o narrador a resgatar seu passado, ao mesmo tempo em que realiza um painel da sociedade francesa no fim do século 19 e início do 20. 3º – O Processo – Franz Kafka (1883-1924). Na obra-prima do escritor tcheco de língua alemã, o bancário Josef K. é intimado a depor em um processo instaurado contra ele. Mas, enredado em uma situação cada vez mais absurda, Joseph K. ignora de que é acusado, quem o acusa e mesmo onde fica o tribunal. 4º – Doutor Fausto (1947) – Thomas Mann. Biografia imaginária do compositor alemão Adrian Leverkühn, escrita por seu amigo Serenus Zeitblom durante o desenrolar da Segunda Guerra Mundial. Nela, o autor, para recontar o pacto fáustico com o diabo, se vale de aspectos da vida de Nietzsche, da teoria dodecafônica de Shoenberg e do auxílio teórico do filósofo Adorno. O alemão Thomas Mann, filho de uma brasileira, recebeu o Prêmio Nobel em 1929. 5º – Grande Sertão: Veredas (1956)- Guimarães Rosa (1908-1967). No sertão do Norte de Minas, o jagunço Riobaldo conta para um interlocutor, cujo nome não é revelado, a história de sua vida de guerreiro e de seu amor pelo jagunço Diadorim -na verdade, uma mulher disfarçada de homem para vingar o pai morto em luta. A escrita de permanente invenção de Guimarães Rosa (feita de neologismos, arcaísmos, transfigurações da sintaxe) reelabora a expressão oral e os mitos do interior do país a fim de criar um quadro épico e metafísico do sertão 6º – O Castelo (1926) – Franz Kafka. Em busca de trabalho, o agrimensor K. chega a uma aldeia governada por um déspota que habita um castelo construído no alto da colina. Submetida a leis arbitrárias, a população passa a hostilizá-lo. Kafka morreu antes de concluí-lo. 7º – A Montanha Mágica (1924) – Thomas Mann (1875-1955). Imagem simbólica da corrosão da sociedade européia antes da Primeira Guerra. Ao visitar o primo em um sanatório, Hans Castorp acaba por contrair tuberculose. Permanece internado por sete anos, vivendo em um ambiente de requinte intelectual, em permanente debate com idéias filosóficas antagônicas, até que decide partir para o front. 8º – O Som e a Fúria (1929) – William Faulkner (1897-1962). Edições Dom Quixote (Portugal). No condado imaginário de Yoknapatawpha, no sul dos EUA, a vida da decadente família Compson é narrada por quatro personagens distintos, todos obcecados pela jovem Caddy, neste romance em que a linguagem se amolda à consciência de cada personagem. O americano Faulkner ganhou o Prêmio Nobel em 1949. 9º – O Homem sem Qualidades (1930-1943) – Robert Musil (1880-1942). Nova Fronteira Fio condutor do enredo, o ex-oficial Ulrich é repleto de dotes intelectuais, mas incapaz de encontrar uma finalidadeem que aplicá-los. De caráter ensaístico, a obra é uma vasta reflexão sobre a crise social e espiritual do século 20. 10º – Finnegans Wake Finnegans Wake (1939) – James Joyce. Penguin (EUA). No Brasil, trechos do livro em “Panaroma do Finnegans Wake” (Ed. Perspectiva). Joyce criou nesta obra, que radicaliza seu experimentalismo linguístico, provavelmente o mais complexo texto do século. A narrativa, repleta de referências simbólicas, mitológicas e linguísticas que tornam a leitura um desafio permanente, gira em torno do personagem Humphrey Chimpden Earwicker (HCE) e sua mulher Ana Lívia Plurabelle (ALP), que vivem em Dublin. 11º – A Morte de Virgílio (1945) – Hermann Broch (1886-1951). Relógio d’Água (Portugal). Escritor austríaco. Concebida enquanto o autor estava preso pelos nazistas, a obra é um longo monólogo interior do poeta latino Virgílio. 12º – Coração das Trevas (1902) – Joseph Conrad (1857-1924). Ediouro Escritor ucraniano de língua inglesa. Em busca de um mercador de marfim que desapareceu na selva africana, o capitão Marlowe o encontra inteiramente louco e cultuado como um deus pelos nativos. 13º – O Estrangeiro (1942) – Albert Camus (1913-1960). Record . Obra que consagrou o autor francês de origem argelina (Nobel de 1957) ao tratar do absurdo da existência. Aparentemente sem motivação -”por causa do sol”-, Mersault mata um árabe durante passeio pela praia. Julgado e condenado à morte, resigna-se a seu destino. 14º – O Inominável (1953) – Samuel Beckett (1906-1989). Nova Fronteira . Conclusão da trilogia do dramaturgo irlandês, após “Molloy” e “Malone Morre”. Reduzido a uma condição precária de existência -sem nome-, o narrador busca se apropriar da identidade de dois outros personagens, Mahood e Worm. Beckett ganhou o Nobel em 1969. 15º – Cem Anos de Solidão (1967) – Gabriel García Márquez (1928). Record . Colombiano, ganhou o Nobel em 1990. A saga de duas famílias no povoado fictício de Macondo é o pretexto para o autor construir uma alegoria da situação da América Latina. Obra que projetou internacionalmente o “realismo mágico”. 16º – Admirável Mundo Novo (1932) – Aldous Huxley (1894-1963). Globo . Inglês. Alegoria sobre as sociedades administradas e sem liberdade. Em um futuro indefinido, todos os nascimentos são “de proveta” e os cidadãos são vigiados. Nascido de uma mulher, John se torna uma ameaça por sua diferença. 17º – Mrs. Dalloway (1925) – Virginia Woolf (1882-1941). Penguin Books (EUA). Inglesa. A partir de um fato banal -a compra de flores para uma festa-, Mrs. Dalloway relembra sua vida -como a relação com a filha e uma antiga paixão. 18º – Ao Farol (1927) – Virginia Woolf. Ediouro . Um passeio da família Ramsay a um farol, frustrada pelo mau tempo, torna-se imagem da sensação de perda que percorre a obra: logo após irrompe a Primeira Guerra e a morte atingirá os Ramsay. 19º – Os Embaixadores (1903) – Henry James (1891-1980). Oxford University Press (“The Embassadors”, Reino Unido). Tema central do escritor americano, o confronto entre a mentalidade puritana dos EUA a cultura “fin-de-siècle” européia dá o tom nesta história sobre americano que vai a Paris para trazer de volta rapaz seduzido pela capital francesa. 20º – A Consciência de Zeno (1923) – Italo Svevo (1861-1928). Minerva (Portugal). Após várias tentativas malogradas para deixar de fumar, Zeno Cosini segue o conselho de seu psicanalista e decide escrever a história de sua vida, fazendo um retrato impiedoso da burguesia italiana. 21º – Lolita (1958) – Vladimir Nabokov (1899-1977). Cia. das Letras . Russo naturalizado americano. O professor quarentão Humber apaixona-se pela adolescente Lolita. Para tê-la próxima, casa-se com sua mãe, que morre em um acidente de carro. Os dois se tornam então amantes. 22º – Paraiso (1960) – José Lezama Lima (1910-1976). Scipione. Cubano. Após a morte do pai e o fim do “paraíso” familiar, José Cemí conhece Oppiano Licario, que o inicia na poesia. Obra marcada apelo experimentalismo lingüístico. 23º – O Leopardo (1958) – Tomaso di Lampedusa (1896-1957). L&PM . Único romance do autor italiano. No século 19, em uma Sicília dominada por clãs familiares, o aristocrático Fabrizio Salina recusa-se a ver a decadência de sua classe, anunciada pelas convulsões sociais que vão levar a Itália à unificação. 24º – 1984 (1949) – George Orwell (1903-1950). Companhia Editora Nacional . Inglês. Nesta sombria alegoria passada em futuro que seria o ano de 1984, cidadãos estão submetidos à autoridade onipresente do “Big Brother” e proibidos de manifestar sua individualidade. 25º – A Náusea (1938) – Jean-Paul Sartre (1905-1980). Nova Fronteira . Nesta obra que tornou o filósofo Sartre mundialmente conhecido, o herói Roquentin, sentado num banco de praça em uma cidade do interior, subitamente deixa de ver sentido no mundo e passa a ter consciência do “mal-estar de existir”. Francês, Sartre recusou o Nobel em 64. 26º – O Quarteto de Alexandria (1957-1960) – Lawrence Durrell (1912-1990). Ulisseia (Portugal). Inglês de origem indiana. Tetralogia em que a mesma história de política, amor e perversão é contada de quatro óticas diferentes, em quatro diferentes romances : “Justine”, “Balthazar”, “Mountolive” e “Clea”. 27º – Os Moedeiros Falsos (1925) – André Gide (1869-1951). Gallimard (“Les Faux-Monnayeurs”, França). Edouard mantém um “diário do romance”, a partir do qual pretende escrever um romance -”Moedeiros Falsos”. A obra criou o “mise-en-abîme” -técnica em que a personagem se duplica dentro do romance. Francês, recebeu o Nobel em 1947. 28º – Malone Morre (1951) – Samuel Beckett. Edições Dom Quixote (Portugal). Segundo livro da trilogia do autor. Moribundo em um leito de hospital, Malone reflete sobre sua vida. 29º – O Deserto do Tártaros (1940) – Dino Buzzati (1906-1972). Mondadori (“Il Deserto dei Tartari”, Itália) Italiano. O tenente Drogo é enviado ao longínquo e decadente forte Bastiani, situado na fronteira pacificada de um país que nunca é nomeado. Lá, todos aguardam há décadas o ataque improvável dos tártaros e a desilusão se torna regra. 30º – Lord Jim (1900) – Joseph Conrad (1857-1924). Publicações Europa-América (Portugal). Conrad narra a história de um marinheiro atormentado pelo remorso de ter permitido o naufrágio de seu navio. 31º – Orlando (1928) – Virginia Woolf. Ediouro . A autora inglesa imagina sua amiga, a também escritora Vita-Sackville West, vivendo nos três séculos anteriores. 32º – A Peste (1947) – Albert Camus. Record . Epidemia assola Orán, na Argélia. A cidade é isolada e muitos morrem. Escrita logo após o fim da Segunda Guerra, a obra reflete sobre como indivíduos reagem à morte iminente, ao isolamento e ao vácuo de sentido que se abre em suas vidas. 33º – O Grande Gatsby (1925) – Scott Fitzgerald (1896-1940). Relógio d’Água (Portugal). Americano. Vivendo de negócios ilícitos, Jay Gatsby revê antiga paixão, Daisy, agora casada com o milionário Tom Buchanan. Tornam-se amantes, mas Daisy e o marido acabarão por envolver Gatsby em intriga que o levará a um fim trágico. 34º – O Tambor (1959) – Günter Grass (1927). Vintage Books (“The Tin Drum”, EUA). Obra em que o autor alemão narra a ascensão do nazismo. Internado em um manicômio, Oskar relembra sua vida desde os três anos, quando decidiu parar de crescer por ódio aos pais e ao mundo adulto. 35º – Pedro Páramo (1955) – Juan Rulfo (1918-1986). Paz e Terra (R$ 19,50). Mexicano. Nesta obra que prenuncia o “realismo mágico”, Juan chega a Comala em busca do paradeiro do pai, Pedro Páramo. Mas, ao descobrir que o povoado é habitado apenas por mortos, Juan morre aterrorizado. Enterrado, outros fantasmas irão lhe contar a vida de seu pai. 36º – Viagem ao Fim da Noite (1932) – Louis-Ferdinand Céline (1894-1961). Cia. das Letras (R$ 30,00). Francês. Após ser ferido na Primeira Guerra, Bardamu conhece a americana Lola, com quem viaja para os EUA. Passado na França, África e nos EUA, a obra critica as guerras e o colonialismo. 37º – Berlin Alexanderplatz (1929) – Alfred Döblin (1878-1957). Rocco (R$ 42,00). Alemão. Obra que abriu novas possibilidades ao gênero ao utilizar técnicas de montagem e justaposição para construir, nos anos 20, uma Berlim multifacetada, por onde transitam personagens esmagadas pela engrenagem social. 38º – Doutor Jivago (1957) – Boris Pasternak (1890-1960). Itatiaia (R$ 15,90). Um amplo painel da Rússia nas três primeiras décadas deste século, desde a crise do czarismo até a implantação do comunismo. O autor foi perseguido pelo regime comunista soviético, que o forçou a recusar o Prêmio Nobel de 1958. 39º – Molloy (1951) – Samuel Beckett (1906-1989). Nova Fronteira (R$ 19,00). Primeiro obra da trilogia. Relembrando suas viagens, os narradores Molloy e Moran revelam-se a mesma pessoa, e as viagens, a busca da identidade perdida. 40º – A Condição Humana (1933) – André Malraux (1901-1976). Record (R$ 28,00). Ambientado em Xangai (China), o romance dramatiza os primeiros levantes da Revolução Chinesa, em 1927. Francês, Malraux foi ministro da Cultura de Charles de Gaulle. 41º – O Jogo da Amarelinha (1963) – Julio Cortázar (1914-1984). Civilização Brasileira (R$ 41,00). Argentino. A vida de Oliveira em Paris é o pretexto para o autor criar um dos romances mais ousados do século 20. Ao propor possibilidades da leitura dos capítulos fora da ordem sequencial, o narrador delega ao leitor a capacidade de também “construir” o romance. 42º – Retrato do Artista Quando Jovem (1917) – James Joyce. Ediouro (R$ 19,90). De caráter autobiográfico, a obra investiga o processo de formação do artista ao longo da infância e adolescência do personagem Stephen Dedalus, que será um dos personagens centrais de “Ulisses”. 43º – A Cidade e as Serras (1901) – Eça de Queirós (1845-1900). Ediouro (R$ 7,80). Principal autor do realismo português, Eça põe em cena a dicotomia entre campo e cidade, ao contar a história de dois amigos, um entusiasta da moderna Paris e outro da vida bucólica em Portugal. 44º – Aquela Confusão Louca da Via Merulana (1957) - Carlo Emilio Gadda (1893-1973). Record (R$ 11,00). Neste romance “policial” sobre um roubo de jóias, ambientado nos primeiros anos do fascismo, o autor italiano radicaliza o uso de jargões, gírias e dialetos. 45º – As Vinhas da Ira (1939) – John Steinbeck (1902-1968). Record (R$ 22,00). Americano, ganhou o Nobel de 1962. Marcada por forte crítica social, obra narra a saga de uma família de camponeses em busca de trabalho na Califórnia. 46º – Auto de Fé (1935) – Elias Canetti (1905-1994). Nova Fronteira (R$ 42,00). Búlgaro de língua alemã, ganhou o Nobel de 1981. Obcecado desde a infância pela idéia de ler e saber tudo, o professor Kien acaba por morrer queimado em um incêndio de seus 100 mil livros. 47º – À Sombra do Vulcão (1947) – Malcolm Lowry (1909-1957). Ed. Siciliano (R$ 27,00). Inglês. Incorporando técnicas da linguagem cinematográfica -como flashbacks e justaposição de imagens e pensamentos-, a obra narra o périplo de um velho cônsul alcoólatra por uma cidadezinha do México. 48º – O visconde Partido ao Meio (1952)- Italo Calvino (1923-1985). Companhia das Letras. Italiano nascido em Cuba. Alegoria sobre visconde que, partido ao meio durante uma batalha, passa a viver só com a metade de seu corpo que restou, até que a outra metade decide reaparecer. 49º – Macunaíma (1928) – Mário de Andrade (1893-1945). Scipione e Villa Rica . Obra de ficção mais importante do modernismo brasileiro, “Macunaíma”, “o herói sem nenhum caráter”, sincretiza o que Mário de Andrade considerava as características do povo brasileiro: índio, negro e branco, desleal, ambicioso, coração mole, corajoso, mas preguiçoso. 50º – O Bosque das Ilusões Perdidas (1913) – Alain Fournier (1886-1914). Relógio d’Água (Portugal). A partir da paixão de um estudante por uma aldeã, o autor francês constrói uma fábula poética sobre a passagem da infância à adolescência. 51º – Morte a Crédito (1936) – Louis-Ferdinand Céline (1894-1961). Nova Fronteira . Fugindo da miséria, Ferdinand deixa sua casa e se envolve com um inventor fantástico que criou uma forma de plantio “rádio-telúrico”, que provoca a ira dos agricultores do interior da França. A obra radicalizou o experimentalismo linguístico de “Viagem ao Fim da Noite”. 52º – O Amante de Lady Chatterley (1928) – D.H. Lawrence (1885-1930). Graal . Proibido na Inglaterra por 32 anos, acusado de obscenidade, o romance narra a paixão avassaladora entre a mulher de um aristocrata inglês e um guarda-caça. 53º – O Século das Luzes (1962) – Alejo Carpentier (1904-1980). Global . Cubano. Publicada a princípio em francês, essa crônica histórica se passa na ilha antilhana de Guadalupe, onde comerciante tenta impor os ideais da Revolução Francesa (1789) em curso na Europa. 54º – Uma Tragédia Americana (1925) – Theodore Dreiser (1871-1945). New America Library (“An American Tragedy”, EUA). Escritor americano. Jovem ambicioso e arrivista planeja matar a namorada que pode impedir sua ascensão social. Deixa a idéia de lado, mas a moça acaba morrendo e ele é acusado. 55º – América (1927) – Franz Kafka. Livros do Brasil (Portugal). Obra inacabada de Kafka, publicada três anos após sua morte, conta a história de jovem que é enviado aos EUA pelos pais depois de engravidar uma empregada. 56º – Fontamara (1930) – Ignazio Silone (1900-1978). Europa-América (Portugal). Italiano. A obra gira em torno do recenseamento de camponeses feito pelos fascistas após subirem ao poder. Obra que influenciou o cinema neo-realista. 57º – Luz em Agosto (1932) Willian Faulkner. Livros do Brasil (Portugal). A obra enfoca a tensão racial no sul dos EUA a partir da história de Joe Christmas, que, por ser mulato, não consegue se integrar nem ao mundo dos negros nem ao dos brancos. 58º – Nostromo (1904) – Joseph Conrad. Record. Em país fictício da América do Sul à beira de uma revolução, o marujo Nostromo salva carga em vias de cair em mãos de rebeldes. Debelada a revolta, sua proeza é desprezada pelos companheiros. Resolve então ocultar a carga. 59º – A Vida – Modo de Usar (1978) – Georges Perec (1936-1982). Companhia das Letras . Partindo da idéia do quebra-cabeças, o livro relaciona as vidas e experiências dos moradores de um edifício em Paris. Perec participou do grupo de experimentação literária OuLiPo, de Raymond Queneau. 60º – José e Seus Irmãos (1933-1943) – Thomas Mann. Ed. Nova Fronteira . Tetralogia baseada na narrativa bíblica de Jacó, vendido pelos irmãos aos israelitas: “A História de Jacó”, “O Jovem José”, “José no Egito” e “José, o Provedor”. 61º – Os Thibault (1921-1940) – Roger Martin du Gard (1881-1958). 2 vols. Ed. Globo . Neste ciclo de oito romances, os grandes temas do entre-guerras, como o declínio do espírito religioso e a desilusão com o socialismo, são encenados por meio da trajetória de dois irmãos. Francês, ganhou o Prêmio Nobel em 1937. 62º – Cidades Invisíveis (1972) – Italo Calvino (1923-1985). Companhia das Letras . O viajante veneziano Marco Polo descreve a Kublai Khan, de modo fabular e fantasioso, as incontáveis cidades do império do conquistador mongol. 63º – Paralelo 42 (1930) – John dos Passos (1896-1970). Ed. Rocco . Inaugurando a trilogia “USA”, formada ainda por “1919″ e “Dinheiro Graúdo”, a obra do autor americano descendente de portugueses traça um painel da América nas primeiras décadas do século. 64º – Memórias de Adriano (1951) – Marguerite Yourcenar (1903-1987). Ed. Nova Fronteira . Escritora belga. No século 2º d.C., o imperador romano Adriano, próximo da morte, faz um balanço de sua existência em carta ao jovem Marco Aurélio. 65º – Passagem para a Índia (1924) – E.M. Forster (1879-1970). Publicações Europa-América (Portugal). Inglês. Na Índia sob dominação britânica, um nacionalista hindu é acusado por uma inglesa de praticar atos imorais. É preso e levado a julgamento. 66º – Trópico de Câncer (1934) – Henry Miller. Ibrasa – Instituição Brasileira de Difusão Cultural . De caráter autobiográfico, a obra recria o clima de liberdade e inconformismo de artistas e escritores americanos que viviam em Paris no entre-guerras. 67º – Enquanto Agonizo (1930) – William Faulkner. Ed. Exped . O périplo da família Bundren para enterrar a mãe em Jefferson é um pretexto para virem à tona -na consciência das personagens- as desavenças entre irmãos, pai e tios. 68º – As Asas da Pomba (1902) – Henry James (1843-1916). Ediouro . Rapaz é estimulado pela amante maquiavélica a cortejar uma milionária que está à beira da morte. 69º – O Jovem Törless (1906) – Robert Musil. Ed. Nova Fronteira . Alemão. Descreve a vida de adolescentes em um internato alemão, onde a severidade do sistema educacional conjuga-se à brutalidade do comportamento dos alunos. 70º – A Modificação (1957) – Michel Butor (1926). Minuit (“La Modification”, França). Narrado inteiramente na segunda pessoa do plural, o livro conta a história de homem que, em um trem, a caminho de encontrar a amante em Roma, divide-se entre o amor dela e o de sua mulher. 71º – A Colméia (1951) – Camilo José Cela (1916). BCD União de Editoras . Espanhol, ganhou o Nobel de 1989. Diversos personagens e histórias se cruzam neste livro em que a verdadeira personagem é a cidade de Madri (Espanha), logo após a Segunda Guerra. 72º – A Estrada de Flandres (1960) – Claude Simon (1913). Ed. Nova Fronteira . O francês Claude Simon, ligado ao movimento do “roman nouveau” (novo romance), evoca neste livro a derrota da França pelos nazistas em 1940. Ganhou o Prêmio Nobel em 1985. 73º – A Sangue Frio (1966) – Truman Capote (1924-1984). Livros do Brasil (Portugal). Enviado como jornalista para cobrir um crime real, o autor americano criou um novo gênero -o romance-documento-, que insere na ficção a investigação sistemática da reportagem. 74º – A Laranja Mecânica (1962) – Anthony Burgess (1916-1993). Ediouro . Em uma cidade imaginária, o líder de uma gangue de vândalos é preso e submetido a lavagem cerebral para “descriminalizá-lo”. Escritor britânico. 75º – O Apanhador no Campo de Centeio (1951) – J.D. Salinger (1919). Editora do Autor . O americano Salinger retrata o vazio da classe média americana e os dilemas típicos da adolescência nos anos 50 a partir da história de um jovem que vaga sem rumo por Nova York. 76º – Cavalaria Vermelha (1926) – Isaac Babel (1894-1941). Ediouro . De grande força épica, o livro narra a vida repleta de massacres e violência dos soldados russos -os cossacos. 77º – Jean Christophe (1904-12) – Romain Rolland (1866-1944). Ed. Globo . Biografia imaginária de um músico alemão que vai viver na França, mas acaba se decepcionando com a frivolidade da cultura do país. 78º – Complexo de Portnoy (1969) – Philip Roth (1933). Editora L&PM . Americano. Conceito da psiquiatria, “Complexo de Portnoy” tem como eixo garoto judeu obcecado pela mãe e em busca de satisfação sexual, o que acaba por aumentar seu complexo de culpa. 79º – Nós (1924) – Evgueni Ivanovitch Zamiatin (1884-1937). Ed. Antígona (Portugal). O escritor russo satiriza o regime comunista soviético por meio de uma cidade imaginária onde não existem nem individualismo nem liberdade. 80º – O Ciúme (1957) – Allain Robbe-Grillet (1922). Ed. Minuit (“La Jalousie”, França). Francês. Nesta obra-chave do “nouveau roman”, um narrador paranóico investiga a suposta traição da mulher. 81º – O Imoralista (1902) – André Gide (1869-1951). Ed. Gallimard (“L’Imoraliste”, França). Escritor francês. Criado na estrita moral puritana, Michel busca a auto-realização, o que resulta no sacrifício daqueles que o cercam, como a sua mulher. 82º – O Mestre e Margarida (1940) – Mikhail Afanasevitch (1891-1940). Ed. Ars Poética . Escritor russo. Voland -a encarnação do diabo- é internado em um manicômio ao desmascarar os abusos e favoritismos da sociedade russa dos anos 20. 83º – O Senhor Presidente (1946) – Miguel Ángel Asturias (1899-1974). Ed. Losada (“El Señor Presidente”, Argentina). Ganhador do Nobel de 1967, o guatemalteco se tornou um dos pioneiros do “realismo mágico” com esta obra que satiriza um ditador sul-americano. 84º – O Lobo da Estepe (1927) – Herman Hesse (1877-1962). Ed. Record . Escritor alemão. Solitário e em crise existencial, o escritor Harry Haller acaba por conhecer duas pessoas que vão incitá-lo a aceitar a vida em toda a sua plenitude. 85º – Os Cadernos de Malte Laurids Bridge (1910) – Rainer Maria Rilke (1875-1926). Editora Siciliano . Escritor alemão. Intelectual reflete em seu diário sobre a morte e a busca de Deus enquanto se recupera de uma doença. 86º – Satã em Gorai (1934) – Isaac B. Singer (1904-1991). Ed. Perspectiva . No século 17, em uma aldeia da Polônia assediada por tropas inimigas, um falso messias anuncia a redenção próxima. Polonês de língua inglesa, Singer recebeu o Prêmio Nobel em 1978. 87º – Zazie no Metrô (1959) – Raymond Queneau (1903-1976). Ed. Rocco . Francês, criador nos anos 60 do grupo de experimentação literária OuLiPo. Enquanto o metrô está em greve, Zazie percorre a cidade de Paris, partilhando a experiência de personagens como uma viúva, um taxista e um cabeleireiro. 88º – Revolução dos Bichos (1945) – George Orwell. Editora Globo . Animais de uma fazenda se rebelam contra seus donos e tomam o poder. Ambicionam realizar uma “sociedade” igualitária, mas logo se instala uma ditadura, a dos porcos, que submete os demais bichos como faziam os donos humanos. 89º – O Anão – Pär Lagerkvist. Ed. Farrar, Strauss & Giroux (“Dwarf”, EUA). No século 15, em Florença, um anão conta em um diário como foi encarcerado na torre do palácio por Lorenzo de Médici depois de servi-lo por vários anos. O autor sueco ganhou o Nobel em 1951. 90º – A Tigela Dourada (1904) – Henry James. Oxford University Press (“The Golden Bowl”, EUA). Dividido em duas partes, o livro é um estudo sobre o adultério a partir da ótica de um aristocrata e de sua mulher. 91º – Santuário – William Faulkner. Editora Minerva (Portugal). Um delinquente mata um de seus comparsas e violenta uma jovem, que ele depois obriga a se prostituir. Perseguido pela polícia, ele é inocentado do crime pela mulher, que acusa a um outro, que acaba linchado. A fraqueza da justiça humana, a crueldade e a impotência são alguns dos temas reunidos por Faulkner neste livro, em que a tragédia grega se intromete no romance policial, na observação de André Malraux. 92º – A Morte de Artemio Cruz (1962) – Carlos Fuentes (1928). Ed. Rocco . Escritor mexicano. Inválido e à beira da morte, o rico e poderoso Artemio Cruz relembra o seu passado revolucionário. 93º – Don Segundo Sombra (1926) – Ricardo Güiraldes (1886-1927). Ed. Scipione . De dimensões míticas, obra narra a formação de um jovem por um dos últimos “gauchos” dos pampas argentinos. Obra de forte caráter nacionalista. 94º – A Invenção de Morel (1940) – Adolfo Bioy Casares (1914). Ed. Rocco . Neste clássico da literatura fantástica, o autor argentino cria a história de um homem em fuga da Justiça que chega a uma ilha deserta, onde pouco a pouco realidade e imaginário começam a se misturar. 95º – Absalão, Absalão (1936) – William Faulkner. Editores Reunidos (Portugal). O passado mítico e trágico de Thomas Sutpen, que impôs a destruição à velha aristocracia de uma cidade, é narrado a partir de três pontos de vista diferentes, que se contradizem, se anulam ou se confirmam. O drama familiar, o conflito racial e a decadência sulina expandem-se em um quadro histórico dos maiores construídos por Faulkner. 96º – Fogo Pálido (1962) – Vladimir Nabokov (1899-1977). Ed. Teorema (Portugal). Escritor russo-americano. Após apresentar ao leitor um poema recém-descoberto -”Fogo Pálido”-, o narrador analisa sua estrutura e investiga as motivações que levaram o autor -já morto- a escrevê-lo. 97º – Herzog (1964) – Saul Bellow (1915). Ed. Relógio d’Àgua (Portugal). Em crise existencial, intelectual passa a enviar cartas a figuras fictícias, como filósofos, políticos, além de Deus e a si mesmo. Americano, ganhou o Nobel em 1976. 98º – Memorial do Convento (1982) – José Saramago (1922). Bertrand . Autor português, ganhou o Nobel em 1998. Durante construção de convento em Portugal no século 18, padre idealiza realizar um engenho voador, a “passarola”, o que desagrada a Inquisição. 99º – Judeus sem Dinheiro (1930) – Michael Gold (1893-1967). Editorial Caminho (Portugal). Membro do Partido Comunista, o escritor americano traça um painel do bairro do Lower East Side, em Nova York, durante as primeiras décadas do século, quando começavam a chegar as primeiras levas de imigrantes judeus. 100º – Os Cus de Judas (1980) – Antonio Lobo Antunes (1942). Ed. Marco Zero . Escritor português. A obra trata de forma sarcástica e irreverente a ditadura salazarista dos anos 70 e as guerras pela libertação das colônias portuguesas na África. Assis Ribeiro Da Revista Fórum Corpo feminino, beleza e diversidade na mídia À medida que as mulheres passaram a obter vitórias políticas, conseguindo a igualdade jurídica, a discriminação foi deslocada para outros campos. E um tema que merece atenção é o da aparência feminina, pois envolve uma mudança no enfoque do corpo da mulher na mídia. Por Cynthia Semíramis Mulheres ainda são avaliadas primeiro – e principalmente – por sua aparência, e não por suas atitudes e qualidades. Resquício de uma época na qual mulher não podia estudar nem trabalhar, a aparência feminina era fundamental para enfeitar o ambiente e se destacar. Porém, os tempos mudaram e hoje não faz o menor sentido adotar a aparência física como critério principal para a avaliação da vida de uma mulher, e de sua atuação profissional. Um homem não vai ser considerado menos profissional se for careca, idoso ou andar como um pato. Caso não use as roupas da moda, será visto como excêntrico, não como indigno de confiança profissional. Uma mulher será criticada em toda a sua aparência (peso, roupas, esmalte, batom, rímel, sombra, cor e corte de cabelo, espessura e formato da sobrancelha, sapatos, bolsa, brincos, colares e pulseiras) antes de ser avaliada pelo que tem a dizer. Seu peso e sua aparência são tratados como assuntos públicos, como se ela estivesse o tempo todo precisando primeiro ser aprovada como enfeite, e só depois, segundo o ideal de beleza vigente, pudesse ser avaliada e aprovada como profissional. Essa desigualdade na abordagem da aparência faz com que as mulheres não tenham a mesma igualdade de oportunidades que os homens. A avaliação é feita por critérios desiguais em razão de gênero, e a necessidade de atender a essa pressão faz com que mulheres sejam fortemente prejudicadas em sua vida social e profissional. Ideal de beleza ignora a diversidade de corpos Ao longo do século XX, o padrão de beleza criado a partir das medidas da média das mulheres deu lugar ao ideal de beleza, que valoriza um tipo de corpo bem distante da média da sociedade. Em 1950, uma mulher de 1,60m e 63kg era modelo de beleza; atualmente a modelo tem de ter mais de 1,75m e pesar 50kg ou menos. A modelo de 1950 tinha o corpo parecido com o das mulheres de sua época; a de hoje tem o corpo bem distante da realidade da maioria das mulheres. O modelo ideal de beleza atual, incentivado pelos meios de comunicação de massa, é extremamente limitador: para ser bonita é necessário ser jovem, extremamente magra, alta e com traços europeizados (pele, cabelos e olhos claros, cabelos lisos). Basta andar na rua para perceber que é raríssimo alguém ter todas essas características – e praticamente impossível tê-las ao mesmo tempo. Trata-se de um modelo que ignora a diversidade racial e cultural brasileira. É absurdo que, para ficar em um exemplo, cabelos escuros e crespos sejam vistos como inadequados e necessitem ser clareados e alisados para se enquadrar em um ideal de beleza que nega a história das brasileiras. Porém, é esse ideal de beleza altamente excludente e alienante que é tratado como único modelo a ser seguido se as mulheres quiserem obter respeito social e profissional. Infância direcionada para os cuidados com a aparência Um dos efeitos da obsessão em obrigar mulheres a ter o corpo perfeito está na pressão exercida durante a infância. Ao invés de brincar ou estudar, as meninas são incentivadas a perseguir um corpo ideal desde tenra idade. Antes de aprender a ler, meninas já aprenderam a usar batom e a ter medo de engordar. É cada vez mais comum encontrar maquiagem e tintura para cabelos específicos para crianças. Saltos altos, tratamentos estéticos e gestos limitados para não sujar roupas ou borrar a maquiagem já são rotina para muitas meninas. Estudar, ter vida social e tentar ser feliz são valores secundários: o que importa é aprenderem a controlar e alterar o próprio corpo para obter a aparência perfeita. Durante a puberdade, incapazes de aceitar as mudanças em suas formas e o aumento do grau de gordura corporal, muitas meninas se entregam a dietas de emagrecimento, às vezes até dificultando ou impedindo o processo metabólico natural que levará à menarca. O impacto em suas vidas varia de problemas com autoestima e insatisfação duradoura com seu corpo, passando pelo desenvolvimento de distúrbios alimentares e anorexia, podendo chegar à morte. Igualdade de gênero, violência e declarações de direitos A pressão para construir e manter o corpo perfeito resulta em violência física e psicológica. Tentar atingir um modelo inatingível gera angústia, estresse e sensação de inadequação. A pretexto de modificar quem não se enquadra no modelo, estimula-se a zombaria e a agressão, chegando ao ponto de agressão física (como os “rodeios de gordas” na Unesp, no qual universitários perseguiam e agrediam suas colegas que estavam acima do peso considerado ideal). Além da questão da violência, há também a violação do princípio da igualdade. Não é possível ter igualdade de gênero em um sistema que, desde a tenra idade, força as meninas a se perceberem como fisicamente inadequadas e dificulta a inclusão social feminina. Também há a violação dos princípios de proteção ao desenvolvimento físico e mental das crianças e adolescentes. Declarações de direitos são fundamentais no combate a todo tipo de discriminação contra mulheres, inclusive quando gera violência psicológica. Dentre as diversas declarações e convenções, destacamos a Convenção de Belém do Pará (1994), dedicada a combater a violência contra mulheres. O artigo 6º declara o direito de a mulher ser valorizada e educada livre de padrões estereotipados de comportamento e práticas sociais e culturais baseados em conceitos de inferioridade ou subordinação, e o artigo 8º, g, considera dever do Estado incentivar os meios de comunicação a formular diretrizes adequadas de divulgação que contribuam para a erradicação da violência em todas as suas formas e enalteçam o respeito pela dignidade da mulher. Combatendo a discriminação em razão de aparência O combate às discriminações legitima a atuação do Estado em duas frentes: estímulo a políticas públicas de combate à discriminação e incentivo à introdução de mudanças nas áreas de educação e mídia para modificar as relações de poder que estereotipam e patrocinam comportamentos prejudiciais às mulheres. O Estado brasileiro vem agindo por meio da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM), desenvolvendo atuação específica para questionar e combater os estereótipos sobre mulheres divulgados em anúncios publicitários e programação televisiva. É importante lembrar que o Estado não está censurando nem proibindo, está apenas questionando os valores que são transmitidos pelos meios de comunicação. Ao questionar, propõe mudança de paradigma para que a mídia combata a violência simbólica contra mulheres. A atuação da SPM, embora louvável e juridicamente correta, ainda é insuficiente. É necessário haver mais envolvimento da sociedade civil e dos demais poderes da República, a exemplo do que ocorre em outros países. Na Suécia, anúncios que exploram o corpo feminino ou que usam mulheres para vender produtos não ligados ao corpo feminino são pichados e sofrem repúdio público. Na Espanha, os desfiles de moda seguem regras para impedir a participação de modelos desnutridas ou jovens demais. Na Inglaterra, anúncios de maquiagem e produtos tidos como rejuvenescedores são retirados de circulação se fica evidente o excesso de manipulação digital da imagem, caracterizando propaganda enganosa. O Ministério Público de São Paulo tem interferido na indústria da moda com bons resultados. Ao exigir modelos negras nas passarelas e proibir algumas participações (modelos abaixo de 16 anos ou magras demais), abriu espaço para maior diversidade de mulheres nas passarelas. É necessário ampliar esse tipo de iniciativa para outras áreas. Anúncios publicitários ainda são bastante discriminatórios e o Conar, apesar da pressão da sociedade civil, pouco tem feito para modificar esse quadro. Falta diversidade nas revistas e na televisão: a aparência física da maioria das apresentadoras de telejornais, atrizes e modelos está bem distante da média da população e não representa a diversidade das regiões e dos corpos das mulheres brasileiras. O descaso com que são recebidas as críticas à falta de diversidade na mídia faz crer que é necessário forçar a implementação de cotas para estimular a diversidade feminina. Também é o caso de efetivamente punir propaganda enganosa ou discriminatória em razão de aparência. Em suma, é necessário agir não só por meio de políticas públicas, mas judicialmente, para impedir que seja incentivado um ideal de beleza excludente que atua para controlar os corpos e restringir a vida das mulheres. Mulheres são muito mais do que corpos, e corpos são muito mais do que aparência estética. É importante lembrar disso para combater o controle do corpo feminino através da imposição midiática de um modelo estético opressor, que ignora a diversidade e que não contribui para uma vida com mais liberdade para as meninas e mulheres. Mitos e verdades sobre o uso do protetor solar BLOG por david em 4 de dezembro de 2013 Tudo bem com vocês, lindas? Hoje conversaremos um pouco sobre protetor solar. Respondemos algumas perguntas e desvendamos alguns mistérios que intrigavam grande parte das pessoas. Perguntas sobre cor de pele, fator de proteção, bronzeamento e até sobre uso de protetor em outras horas do dia. Você vai amar. Não estou na praia. Preciso usar protetor solar? Sim. O protetor deve ser utilizado diariamente. O sol acelera o envelhecimento de qualquer forma, pois destroi o colágeno da pele, substância responsável por manter a estrutura jovem. Mas se estiver nublado eu não preciso usar, não é mesmo? Não é bem assim. As nuvens não filtram totalmente os raios ultravioletas. O fato é que não conseguimos ver os raios do sol, mas os raios malignos estão lá. Proteção sempre. O protetor com FPS 60 protege mais que o FPS 30? Não. A diferença é mínima entre eles, variando entre 4% e 5%. Quando utilizamos, o fator de proteção cai pela metade, isso dependendo do peso da pessoa, o que interfere no nível de absorção da pele. O importante é proteger. Posso ficar bronzeada com o protetor solar? Pode. O protetor permite ganho de cor, mas a nova tonalidade só poderá ser percebida com um tempo maior. Sem proteção, a pessoa consegue perceber a cor nova em dois dias em média, mas utilizando o protetor, essa diferença poderá ser percebida em até 5 dias. Demora mais, em compensação, a cor é mais segura e dura mais tempo. Sem falar que sua saúde agradece. Não preciso utilizar protetor solar em dias nublados, não é mesmo? Não é bem assim. As nuvens não filtram totalmente os raios ultravioletas. O fato é que não conseguimos ver os raios do sol, mas os raios malignos estão lá. Proteção sempre. O protetor perde a função quando entra em contato com a água? Sim. Perde. Por isso é importante aplicar o produto após cada mergulho ou quando houver muita transpiração. O uso de chapéu substitui a proteção do filtro? Não, porém o casamento do protetor solar com acessórios que nos disponibilizam sombra sempre deve ser levado em consideração. Roupas leves e claras também não estão descartadas. por cris em 14 de abril de 2012 Quem não usa ou nunca usou um batom já pode atirar o primeiro salto alto. Ele é um dos produtos de beleza mais vendidos, é indispensável em qualquer bolsa de mulher, é responsável por grandes diferenças em uma make. Versátil, essa definição lhe cai muito bem. Algo fundamental também é conhecer de que ele é feito para garantir que seja sempre um algo a mais de saúde em sua vida. Sua principal matéria-prima é a cera de carnaúba com aromas e pigmentos; adicionais como manteiga de karité e filtro solar também são costumeiramente adicionados afim de se proporcionar mais qualidade ao produto. O batom costuma ser um item acessível de maquiagem, mas pode variar muito de preço dependendo da marca que escol her. O mais caro registrado até hoje é da Guerlain e custa em torno de 94 mil reais; o alto valor se atribui à embalagem que é feita de 110 gramas de ouro 18 quilates e tem 199 diamantes. Outra versatilidade desse produto são as infinitas opções de cores e saiba que existem algumas que mais combinam como cada tipo de pele. As morenas, por exemplo, combinam muito com tons de rosa, coral, pêssego, marrom e vermelho intenso. Para as negras, já se recomenda os tons de marrom rosados ou alaranjados e vinho. Para as loiras rosadas, a aposta é pelas cores variantes do rosa, vermelhos e cereja vibrantes. As brancas amareladas e as orientais já devem preferir o pink, vermelhos abertos e fechados. Quem quiser conhecer nossa gigantesca coleção de batons, dê uma passadinha aqui na Mulher Cheirosa e entregue-se ao poder de nossas maquiadoras. Apesar de o sol ser culpado por nada menos do que 80% do envelhecimento da pele, no dia a dia você também precisa se preocupar com as agressões causadas pela poluição, pelo ar condicionado e pelo estresse. Juntas, elas destroem as fibras que dão sustentação à pele, além de roubar o brilho e a hidratação. A boa notícia é que dá para prevenir e combater todos esses problemas de ma só vez escolhendo um hidratante multifuncional. Ele obrigatoriamente tem de ter um fator de proteção solar alto (recomendam-se FPS 30 para o rosto e 15 para mãos e braços) e ativos antioxidantes e desintoxicantes que blindam a sua pele. Mas fique atenta: apesar de funcionar como um escudo de proteção, o creme deve ser leve e especialmente desenvolvido para a pele brasileira, como o UV Perfect. Você sabia que a ingestão de duas ou três bananas por dia traz um bem “danado” à saúde e é um excelente remédio para superar a depressão? Um estudo elaborado nas Filipinas destaca o alto conteúdo do trytoplan, um antidepressivo natural da fruta. Os pesquisadores filipinos asseguram que essa substância mantém os níveis de serotonina no cérebro e melhora o humor das pessoas. Os profissionais observaram também outras vantagens para a saúde, como a presença de vitamina A, C, K e B6, além de não produzir colesterol nem causar obesidade, reduzir os riscos de ataque cardíaco e contribuir para reforçar a massa muscular e a energia. O chocolate além de ser nutritivo, rico em proteínas e em energia, contém outras propriedades muito importantes, como a presença do triptofano, que tem ligação com a serotonina, o hormônio responsável por produzir no corpo sensações de tranquilidade, relaxamento e felicidade. Além disso, é rico em magnésio, um mineral que ajuda a aliviar os sintomas da TPM e a melhorar o humor nos dias do período menstrual. O chocolate além de invadir as prateleiras dos supermercados, invadiu na indústria de cosméticos, salões de beleza e spas e está deixando a pele e os cabelos muito mais bonitos e saudáveis. A Chocoterapia contribui positivamente na redução do processo de envelhecimento, promove a circulação linfática do organismo, melhorando a tonificar a pele, melhorando a circulação sanguínea, previne e evita a pele seca, conferindo-lhe uma maior suavidade, este tratamento também remineraliza a camada superficial da pele e ajuda a diminuir o acne. Você encontra a Chocoterapia na Clínica de Beleza da Mulher Cheirosa, que conta com um banho gostoso de chocolate, cremoso, hidratante, remineralizante e nutritivo, dando viço, luminosidade e maciez à pele. Uma delícia!!! por cris em 5 de setembro de 2012 As mulheres que já casaram e as que ainda vão viver esse grande dia sabem da importância de fazer e aproveitar bastante o Spa da Noiva. Sabendo disso, e atendendo a muitos pedidos das noivinhas, vamos falar e explicar um pouquinho dos nossos pacotes disponibilizados para vocês. Para melhor atendê-las e pensando no orçamento de cada uma, disponibilizamos 5 tipos de produções especialmente para vocês. O primeiro é o Kit Buquê Orquídea que é o mais básico a ser realizado aqui na Mulher Cheirosa, mas que nem por isso vai te deixar menos linda. Ele inclui os seguintes itens: Banho de lua tradicional (descoloração, esfoliação, hidratação e sais de banho) Prova do penteado Penteado Maquiagem Manicure francesinha com strass na unha da aliança Pedicure francesinha Design de sobrancelha O segundo kit é Buquê Rosa. Ele se divide em dois dias e oferece: Banho de noiva (2 dias): 1ª parte (um dia antes do casamento) – descoloração, esfoliação e banhos hidratantes 2ª parte (no dia do casamento) – banhos de cheiro, afrodisíacos, pétalas de rosas e hidromassagem Manicure francesinha com um strass na unha da aliança Pedicure francesinha Depilação completa (perna, contorno, axila e buço) Design de sobrancelha Prova do penteado Penteado Maquiagem Alimentação (almoço e lanche) O terceiro Kit Buquê Tulita. Ele disponibiliza o tratamento em 3 dias – tudo para você sair ainda mais linda da nossa Clínica. Esse pacote inclui: - Banho de noiva (2 dias): 1ª parte (um dia antes do casamento) – descoloração, esfoliação e banhos hidratantes 2ª parte (no dia do casamento) – banhos de cheiro, afrodisíacos, pétalas de rosas e hidromassagem - Manicure francesinha com um strass na unha da aliança - Pedicure francesinha - Depilação completa (perna, contorno, axila e buço) - Design de sobrancelha - Prova do penteado - Penteado - Maquiagem - Massagem relaxante - Limpeza de pele (recomendamos de 7 a 10 dias antes do casamento) - Alimentação (almoço e lanche) O 4º é o Kit Buquê Lirium e é o mais completo. Nele estão inclusos todos os serviços que a Noiva necessita. Está incluso: Banho de noiva (2 dias): 1ª parte (um dia antes do casamento) – descoloração, esfoliação e banhos hidratantes 2ª parte (no dia do casamento) – banhos de cheiro, afrodisíacos, pétalas de rosas e hidromassagem Manicure francesinha com um strass na unha da aliança Unhas postiças Pedicure francesinha Parafina mãos Spa dos pés ou escalda pés Depilação completa (perna, contorno, axila e buço) Design de sobrancelha Henna ou tinta nas sobrancelhas Prova do penteado Penteado Maquiagem Massagem relaxante Limpeza de pele (recomendamos de 7 a 10 dias antes do casamento) Hidratação facial (tira o stress, casaco, clareia a pele, dá viço e luminosidade para receber a maquiagem) Banho de argila com chocolate ou algas (auxilia na redução de medidas, funciona como retenção de líquido, clareador de manchas e é curativa) – recomendamos um dia antes do casamento Maquiagem e penteado da mãe da noiva Alimentação (almoço e lanche) Por fim, o nosso 5º kit é o At Home que é a possibilidade de oferecer os principais serviços em domicílio. Seja em casa, em um hotel ou em qualquer outro lugar, nós iremos até você. O pacote é composto por: Prova do penteado Penteado Maquiagem Para saber valores e agendar a sua data, entre em contato conosco pelo telefone: (85) 3244 0807. Para finalizar o nosso post e deixar todos vocês de olhos muito bem abertos e de queixo caído, aí vão algumas imagens de uma pequeníssima parcela das mulheres que confiaram em nosso trabalho e receberam toda a qualidade que elas mereciam. O problema será: “Qual penteado e make eu vou escolher?” Com a ajuda de um lenço de papel, retire o excesso de batom, aplique uma camada fina de pó e passe mais uma camada de batom. Prontinho! Seguindo essas dicas, seu batom, além de lindo, durará muito mais tempo nos lábios. Para deixar a pele dos lábios em uma cor mais uniforme ou deixar o batom com efeito matte, pode-se acrescentar prime e base. O efeito também fica fantástico! Gostou? Quer mais dicas? Acesse e curta nossa página no facebook (/ClinicaMulherCheirosa) e no instagram (@Mulher_Cheirosa). Beijinho, queridas! O dia do casamento é o dia mais feliz na vida de uma mulher. Cada mínimo detalhe é planejado para que o dia seja perfeito! Então, por que não se preocupar também com a maquiagem desse dia? É preciso estar muito atenta à maquiagem. Primeiramente, as referências são essenciais nesse momento: se o estilo do casamento vai ser mais romântico, retrô, moderno… todos os pequenos detalhes – sim, até a maquiagem – devem casar. Além disso, o maquiador deve lembrar que a make precisa durar bastante, afinal, o dia do casamento é um dia de muitas emoções e ela deve durar na alegria e na tristeza. Por isso, para um trabalho primoroso, os produtos devem ser à prova d’água, pois evita que borre. Outra dica super importante é deixar a pele da noiva de porcelana; ela tem que estar com a tez incrível, sem poros abertos, bem iluminada e hidratada. O branco do vestido pede uma maquiagem mais romântica e que preze pela iluminação. Tanto cabelo quanto o olho devem estar em sintonia com o vestido e estilo do casamento. Por exemplo, cabelos tradicionais ou que sigam um estilo vintage pedem uma maquiagem suave e delicada. O ideal é conversa com um profissional de sua confiança e sempre buscar referências para fazer uma make perfeita. Na Clínica Mulher Cheirosa temos uma equipe super preparada e antenada nas últimas tendências de make e cabelo. Limpeza Nosso primeiro passo é a limpeza. Deixar o rosto limpo é super importante pois, assim, a pele recebe melhor as texturas e pigmentos da maquiagem. 1. O ideal é usar um sabonete neutro ou adequado para o seu tipo de pele. 2 . Após, passar uma loção adstringente para fechar os poros. Hidratação A hidratação da pele é outro passo muito importante, é com ajuda dela que vamos fixar melhor a maquiagem. 1. Aplique o hidratante especial para o seu tipo de pele. Quem tem pele seca deve optar por cremes hidratantes e quem tem pele oleosa é indicado o uso de gel ou loção oil-free. 2. Com a ajuda dos dedos, faça uma massagem para melhorar a circulação do rosto. Fixação da maquiagem 1. O gelo é um aliado de longas datas na hora de fechar os poros e na ajuda para fixar a maquiagem. Coloque gelo em uma toalha, enrole e passe em todo o rosto (nunca passe gelo diretamente no rosto, pois ele pode gerar queimaduras na pele); 2. O primer deve ser o nosso melhor amigo na hora da maquiagem. Ele é uma espécie de base para ser usada antes da base, pois esse produto fecha os poros, controla a oleosidade e prepara a textura da pele para uma melhor fixação. Existem primers de diversos tipos, como o facial, labial e para a área dos olhos. 3. Por último, o pó. Esse é o produto coringa da maquiagem. Deve ser aplicado depois da base, em todo o rosto para fixar ainda mais a make. Antes de passar o lápis ou delineador, também aplique um pouco de nas pálpebras, ele vai ajudar a controlar a oleosidade da área e impedir que a make borre facilmente. A base é um dos itens mais importantes na hora da maquiagem, pois é ela que vai deixar sua pele impecável: sem manchas ou marcas e texturas diferentes. Usando o produto certo para a sua pele, a base é capaz de deixá-la uma verdadeira porcelana. Testando a base Existe uma grande dúvida na hora de escolher a cor certa para sua pele. O primeiro passo é escolher dois tons mais próximos da cor da sua pele, para se certificar, faça uma linha fina logo abaixo das maçãs do rosto. A cor que mais se aproximar ao seu tom de pele, é a ideal para o seu rosto. Se a dúvida persistir, escolha o tom mais claro pois a base tende a escurecer com o tempo. O que é melhor: pincel ou esponja? Para escolher qual o melhor material é preciso definir o tipo da base. Alguns profissionais preferem o pincel, pois o efeito fica mais natural, no entanto, as bases duo ou em pó fixam melhor com a ajuda da esponja. Bases HD, líquidas ou cremosa, use pincéis com fibra ótica. E as compactas pedem esponjas achatadas. Luz! Garanta pontos de luz utilizando tons mais claros e escuros que a sua pele. No caso da zona T, espalhe base um tom mais claro que a sua pele na testa, nariz e queixo. No restante do rosto, uniformize utilizando a base no seu tom. Como cuidar das unhas INTERNACIONAIS, VOCÊ MELHOR por elaine em 16 de agosto de 2013 Unhas lindas, compridas e bem fortes… quem não quer? Tem mulher que sofre para deixá-las assim, principalmente as que atuam como dona de casa. A verdade é que louça, roupa e outros cuidados com a casa não facilitam no cuidado com as unhas. Pensando nisso, a Mulher Cheirosa vem te mostrar algumas dicas extras para manter as unhas sempre bonitas. Cutículas: Cuidar das cutículas é essencial, pois ela funciona como uma barreira protetora da unha. Então, o ideal é tirar a cutícula superficialmente de quinze em quinze dias e hidratá-la 3 vezes ao dia com creme hidratante especial para as mãos. Base: Troque a base que passamos antes do esmalte por um base fortalecedora. Elas fazem totalmente a diferença e existem várias no mercado com nutrientes importantes para o crescimento e fortalecimento das unhas. Esmalte: Os esmaltes impedem as unhas de respirarem, então, é interessante não ficar mais do que uma semana com o mesmo esmalte e, nesse meio tempo, deixar as unhas respirarem por, pelo menos, 3 dias. Vitaminas: Alimentação é tudo! E ela faz uma super diferença na aparência das unhas, pois elas dependem de vitaminas e nutrientes para crescerem fortes. Cabelos hidratados, sedosos e super lindos são o sonho de qualquer mulher. Especialistas se reinventam diariamente e todos os dias novos produtos são lançados para auxiliar as mulheres na busca pelo cabelo perfeito. No entanto, algumas pequenas mudanças na rotina já ajudam a manter os fios saudáveis e muito mais bonitos. Principais Cuidados Primeiramente, para ter um cabelo bonito e saudável, é importante usar produtos adequados ao seu tipo de fio. Por isso, na hora de escolher o shampoo e demais produtos, fique atenta se seu cabelo é liso, crespo, oleoso ou seco. A temperatura da água na hora da lavagem também é um fator muito importante. Água em temperatura alta torna o cabelo mais frágil, além disso, também evite lavar o cabelo todos os dias. O ideal é, depois de passar o shampoo, enxaguar o cabelo com água fria para fechar as cutículas. Quanto ao condicionador, sempre ter atenção que não deve colocá-lo na raiz, apenas nas pontas. Sempre que for usar chapinha ou utilizar o secador, é obrigatório usar um produto protetor. Alimentação Um dos principais influenciadores na saúde dos fios é a alimentação. Ferro, zinco, cobre, minerais, vitamina B12 e muita água, são responsáveis pela hidratação e beleza dos cabelos. 

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Escolha o protetor de acordo com o seu tipo de pele e a situação em que vai se expor aos raios UV Foto: Robson Fernandjes/Estadão A cada verão a impressão é de que o sol e o calor estão mais impetuosos, mas a indústria cosmética está respondendo à altura a esses dias quentes. As novidades prometem mais proteção contra os raios UV, facilitam a aplicação e ainda agregam outros benefícios, como ativos antienvelhecimento. A escolha do protetor mais adequado ao seu tipo de pele e à situação em que você vai se expor ao sol é importante. Lembrando que não é só na praia ou na piscina que os raios UV podem causar mal à pele. A recomendação é usar protetor sempre que estiver no sol, seja de biquíni ou camisa social. Outro ponto fundamental para uma pele saudável é ter cuidado na aplicação: cobrir toda área exposta e reaplicar a cada duas horas ou depois de sair d’água. Escolha o seu protetor e pegue o seu lugar ao sol! 1º – Ulisses (1922) – James Joyce (1882-1941). Retomando parodicamente a obra fundamental do gênero épico -a “Odisséia”, de Homero-, “Ulisses” pretende ser uma súmula de todas as experiências possíveis do homem moderno. Ao narrar a vida de Leopold Bloom e Stephen Dedalus ao longo de um dia em Dublin (capital da Irlanda), o autor irlandês rompeu com todos as convenções formais do romance: criação e combinação inusitada de palavras, ruptura da sintaxe, fragmentação da narração, além de praticamente esgotar as possibilidades do monólogo interior. Para T.S. Eliot, o mito de Ulisses serve para Joyce dar sentido e forma ao panorama de “imensa futilidade e anarquia da história contemporânea”. 2º – Em Busca do Tempo Perdido (1913-27) - Marcel Proust (1871-1922). Ciclo de sete romances do escritor francês, inter-relacionados e com um só narrador, dos quais os três últimos são póstumos: “O Caminho de Swann”, “À Sombra das Raparigas em Flor”, “O Caminho de Guermantes”, “Sodoma e Gomorra”, “A Prisioneira”, “A Fugitiva” e “O Tempo Redescoberto”. Ampla reflexão sobre a memória e o poder dissolvente do tempo, o ciclo se apóia em fatos mínimos que induzem o narrador a resgatar seu passado, ao mesmo tempo em que realiza um painel da sociedade francesa no fim do século 19 e início do 20. 3º – O Processo – Franz Kafka (1883-1924). Na obra-prima do escritor tcheco de língua alemã, o bancário Josef K. é intimado a depor em um processo instaurado contra ele. Mas, enredado em uma situação cada vez mais absurda, Joseph K. ignora de que é acusado, quem o acusa e mesmo onde fica o tribunal. 4º – Doutor Fausto (1947) – Thomas Mann. Biografia imaginária do compositor alemão Adrian Leverkühn, escrita por seu amigo Serenus Zeitblom durante o desenrolar da Segunda Guerra Mundial. Nela, o autor, para recontar o pacto fáustico com o diabo, se vale de aspectos da vida de Nietzsche, da teoria dodecafônica de Shoenberg e do auxílio teórico do filósofo Adorno. O alemão Thomas Mann, filho de uma brasileira, recebeu o Prêmio Nobel em 1929. 5º – Grande Sertão: Veredas (1956)- Guimarães Rosa (1908-1967). No sertão do Norte de Minas, o jagunço Riobaldo conta para um interlocutor, cujo nome não é revelado, a história de sua vida de guerreiro e de seu amor pelo jagunço Diadorim -na verdade, uma mulher disfarçada de homem para vingar o pai morto em luta. A escrita de permanente invenção de Guimarães Rosa (feita de neologismos, arcaísmos, transfigurações da sintaxe) reelabora a expressão oral e os mitos do interior do país a fim de criar um quadro épico e metafísico do sertão 6º – O Castelo (1926) – Franz Kafka. Em busca de trabalho, o agrimensor K. chega a uma aldeia governada por um déspota que habita um castelo construído no alto da colina. Submetida a leis arbitrárias, a população passa a hostilizá-lo. Kafka morreu antes de concluí-lo. 7º – A Montanha Mágica (1924) – Thomas Mann (1875-1955). Imagem simbólica da corrosão da sociedade européia antes da Primeira Guerra. Ao visitar o primo em um sanatório, Hans Castorp acaba por contrair tuberculose. Permanece internado por sete anos, vivendo em um ambiente de requinte intelectual, em permanente debate com idéias filosóficas antagônicas, até que decide partir para o front. 8º – O Som e a Fúria (1929) – William Faulkner (1897-1962). Edições Dom Quixote (Portugal). No condado imaginário de Yoknapatawpha, no sul dos EUA, a vida da decadente família Compson é narrada por quatro personagens distintos, todos obcecados pela jovem Caddy, neste romance em que a linguagem se amolda à consciência de cada personagem. O americano Faulkner ganhou o Prêmio Nobel em 1949. 9º – O Homem sem Qualidades (1930-1943) – Robert Musil (1880-1942). Nova Fronteira Fio condutor do enredo, o ex-oficial Ulrich é repleto de dotes intelectuais, mas incapaz de encontrar uma finalidadeem que aplicá-los. De caráter ensaístico, a obra é uma vasta reflexão sobre a crise social e espiritual do século 20. 10º – Finnegans Wake Finnegans Wake (1939) – James Joyce. Penguin (EUA). No Brasil, trechos do livro em “Panaroma do Finnegans Wake” (Ed. Perspectiva). Joyce criou nesta obra, que radicaliza seu experimentalismo linguístico, provavelmente o mais complexo texto do século. A narrativa, repleta de referências simbólicas, mitológicas e linguísticas que tornam a leitura um desafio permanente, gira em torno do personagem Humphrey Chimpden Earwicker (HCE) e sua mulher Ana Lívia Plurabelle (ALP), que vivem em Dublin. 11º – A Morte de Virgílio (1945) – Hermann Broch (1886-1951). Relógio d’Água (Portugal). Escritor austríaco. Concebida enquanto o autor estava preso pelos nazistas, a obra é um longo monólogo interior do poeta latino Virgílio. 12º – Coração das Trevas (1902) – Joseph Conrad (1857-1924). Ediouro Escritor ucraniano de língua inglesa. Em busca de um mercador de marfim que desapareceu na selva africana, o capitão Marlowe o encontra inteiramente louco e cultuado como um deus pelos nativos. 13º – O Estrangeiro (1942) – Albert Camus (1913-1960). Record . Obra que consagrou o autor francês de origem argelina (Nobel de 1957) ao tratar do absurdo da existência. Aparentemente sem motivação -”por causa do sol”-, Mersault mata um árabe durante passeio pela praia. Julgado e condenado à morte, resigna-se a seu destino. 14º – O Inominável (1953) – Samuel Beckett (1906-1989). Nova Fronteira . Conclusão da trilogia do dramaturgo irlandês, após “Molloy” e “Malone Morre”. Reduzido a uma condição precária de existência -sem nome-, o narrador busca se apropriar da identidade de dois outros personagens, Mahood e Worm. Beckett ganhou o Nobel em 1969. 15º – Cem Anos de Solidão (1967) – Gabriel García Márquez (1928). Record . Colombiano, ganhou o Nobel em 1990. A saga de duas famílias no povoado fictício de Macondo é o pretexto para o autor construir uma alegoria da situação da América Latina. Obra que projetou internacionalmente o “realismo mágico”. 16º – Admirável Mundo Novo (1932) – Aldous Huxley (1894-1963). Globo . Inglês. Alegoria sobre as sociedades administradas e sem liberdade. Em um futuro indefinido, todos os nascimentos são “de proveta” e os cidadãos são vigiados. Nascido de uma mulher, John se torna uma ameaça por sua diferença. 17º – Mrs. Dalloway (1925) – Virginia Woolf (1882-1941). Penguin Books (EUA). Inglesa. A partir de um fato banal -a compra de flores para uma festa-, Mrs. Dalloway relembra sua vida -como a relação com a filha e uma antiga paixão. 18º – Ao Farol (1927) – Virginia Woolf. Ediouro . Um passeio da família Ramsay a um farol, frustrada pelo mau tempo, torna-se imagem da sensação de perda que percorre a obra: logo após irrompe a Primeira Guerra e a morte atingirá os Ramsay. 19º – Os Embaixadores (1903) – Henry James (1891-1980). Oxford University Press (“The Embassadors”, Reino Unido). Tema central do escritor americano, o confronto entre a mentalidade puritana dos EUA a cultura “fin-de-siècle” européia dá o tom nesta história sobre americano que vai a Paris para trazer de volta rapaz seduzido pela capital francesa. 20º – A Consciência de Zeno (1923) – Italo Svevo (1861-1928). Minerva (Portugal). Após várias tentativas malogradas para deixar de fumar, Zeno Cosini segue o conselho de seu psicanalista e decide escrever a história de sua vida, fazendo um retrato impiedoso da burguesia italiana. 21º – Lolita (1958) – Vladimir Nabokov (1899-1977). Cia. das Letras . Russo naturalizado americano. O professor quarentão Humber apaixona-se pela adolescente Lolita. Para tê-la próxima, casa-se com sua mãe, que morre em um acidente de carro. Os dois se tornam então amantes. 22º – Paraiso (1960) – José Lezama Lima (1910-1976). Scipione. Cubano. Após a morte do pai e o fim do “paraíso” familiar, José Cemí conhece Oppiano Licario, que o inicia na poesia. Obra marcada apelo experimentalismo lingüístico. 23º – O Leopardo (1958) – Tomaso di Lampedusa (1896-1957). L&PM . Único romance do autor italiano. No século 19, em uma Sicília dominada por clãs familiares, o aristocrático Fabrizio Salina recusa-se a ver a decadência de sua classe, anunciada pelas convulsões sociais que vão levar a Itália à unificação. 24º – 1984 (1949) – George Orwell (1903-1950). Companhia Editora Nacional . Inglês. Nesta sombria alegoria passada em futuro que seria o ano de 1984, cidadãos estão submetidos à autoridade onipresente do “Big Brother” e proibidos de manifestar sua individualidade. 25º – A Náusea (1938) – Jean-Paul Sartre (1905-1980). Nova Fronteira . Nesta obra que tornou o filósofo Sartre mundialmente conhecido, o herói Roquentin, sentado num banco de praça em uma cidade do interior, subitamente deixa de ver sentido no mundo e passa a ter consciência do “mal-estar de existir”. Francês, Sartre recusou o Nobel em 64. 26º – O Quarteto de Alexandria (1957-1960) – Lawrence Durrell (1912-1990). Ulisseia (Portugal). Inglês de origem indiana. Tetralogia em que a mesma história de política, amor e perversão é contada de quatro óticas diferentes, em quatro diferentes romances : “Justine”, “Balthazar”, “Mountolive” e “Clea”. 27º – Os Moedeiros Falsos (1925) – André Gide (1869-1951). Gallimard (“Les Faux-Monnayeurs”, França). Edouard mantém um “diário do romance”, a partir do qual pretende escrever um romance -”Moedeiros Falsos”. A obra criou o “mise-en-abîme” -técnica em que a personagem se duplica dentro do romance. Francês, recebeu o Nobel em 1947. 28º – Malone Morre (1951) – Samuel Beckett. Edições Dom Quixote (Portugal). Segundo livro da trilogia do autor. Moribundo em um leito de hospital, Malone reflete sobre sua vida. 29º – O Deserto do Tártaros (1940) – Dino Buzzati (1906-1972). Mondadori (“Il Deserto dei Tartari”, Itália) Italiano. O tenente Drogo é enviado ao longínquo e decadente forte Bastiani, situado na fronteira pacificada de um país que nunca é nomeado. Lá, todos aguardam há décadas o ataque improvável dos tártaros e a desilusão se torna regra. 30º – Lord Jim (1900) – Joseph Conrad (1857-1924). Publicações Europa-América (Portugal). Conrad narra a história de um marinheiro atormentado pelo remorso de ter permitido o naufrágio de seu navio. 31º – Orlando (1928) – Virginia Woolf. Ediouro . A autora inglesa imagina sua amiga, a também escritora Vita-Sackville West, vivendo nos três séculos anteriores. 32º – A Peste (1947) – Albert Camus. Record . Epidemia assola Orán, na Argélia. A cidade é isolada e muitos morrem. Escrita logo após o fim da Segunda Guerra, a obra reflete sobre como indivíduos reagem à morte iminente, ao isolamento e ao vácuo de sentido que se abre em suas vidas. 33º – O Grande Gatsby (1925) – Scott Fitzgerald (1896-1940). Relógio d’Água (Portugal). Americano. Vivendo de negócios ilícitos, Jay Gatsby revê antiga paixão, Daisy, agora casada com o milionário Tom Buchanan. Tornam-se amantes, mas Daisy e o marido acabarão por envolver Gatsby em intriga que o levará a um fim trágico. 34º – O Tambor (1959) – Günter Grass (1927). Vintage Books (“The Tin Drum”, EUA). Obra em que o autor alemão narra a ascensão do nazismo. Internado em um manicômio, Oskar relembra sua vida desde os três anos, quando decidiu parar de crescer por ódio aos pais e ao mundo adulto. 35º – Pedro Páramo (1955) – Juan Rulfo (1918-1986). Paz e Terra (R$ 19,50). Mexicano. Nesta obra que prenuncia o “realismo mágico”, Juan chega a Comala em busca do paradeiro do pai, Pedro Páramo. Mas, ao descobrir que o povoado é habitado apenas por mortos, Juan morre aterrorizado. Enterrado, outros fantasmas irão lhe contar a vida de seu pai. 36º – Viagem ao Fim da Noite (1932) – Louis-Ferdinand Céline (1894-1961). Cia. das Letras (R$ 30,00). Francês. Após ser ferido na Primeira Guerra, Bardamu conhece a americana Lola, com quem viaja para os EUA. Passado na França, África e nos EUA, a obra critica as guerras e o colonialismo. 37º – Berlin Alexanderplatz (1929) – Alfred Döblin (1878-1957). Rocco (R$ 42,00). Alemão. Obra que abriu novas possibilidades ao gênero ao utilizar técnicas de montagem e justaposição para construir, nos anos 20, uma Berlim multifacetada, por onde transitam personagens esmagadas pela engrenagem social. 38º – Doutor Jivago (1957) – Boris Pasternak (1890-1960). Itatiaia (R$ 15,90). Um amplo painel da Rússia nas três primeiras décadas deste século, desde a crise do czarismo até a implantação do comunismo. O autor foi perseguido pelo regime comunista soviético, que o forçou a recusar o Prêmio Nobel de 1958. 39º – Molloy (1951) – Samuel Beckett (1906-1989). Nova Fronteira (R$ 19,00). Primeiro obra da trilogia. Relembrando suas viagens, os narradores Molloy e Moran revelam-se a mesma pessoa, e as viagens, a busca da identidade perdida. 40º – A Condição Humana (1933) – André Malraux (1901-1976). Record (R$ 28,00). Ambientado em Xangai (China), o romance dramatiza os primeiros levantes da Revolução Chinesa, em 1927. Francês, Malraux foi ministro da Cultura de Charles de Gaulle. 41º – O Jogo da Amarelinha (1963) – Julio Cortázar (1914-1984). Civilização Brasileira (R$ 41,00). Argentino. A vida de Oliveira em Paris é o pretexto para o autor criar um dos romances mais ousados do século 20. Ao propor possibilidades da leitura dos capítulos fora da ordem sequencial, o narrador delega ao leitor a capacidade de também “construir” o romance. 42º – Retrato do Artista Quando Jovem (1917) – James Joyce. Ediouro (R$ 19,90). De caráter autobiográfico, a obra investiga o processo de formação do artista ao longo da infância e adolescência do personagem Stephen Dedalus, que será um dos personagens centrais de “Ulisses”. 43º – A Cidade e as Serras (1901) – Eça de Queirós (1845-1900). Ediouro (R$ 7,80). Principal autor do realismo português, Eça põe em cena a dicotomia entre campo e cidade, ao contar a história de dois amigos, um entusiasta da moderna Paris e outro da vida bucólica em Portugal. 44º – Aquela Confusão Louca da Via Merulana (1957) - Carlo Emilio Gadda (1893-1973). Record (R$ 11,00). Neste romance “policial” sobre um roubo de jóias, ambientado nos primeiros anos do fascismo, o autor italiano radicaliza o uso de jargões, gírias e dialetos. 45º – As Vinhas da Ira (1939) – John Steinbeck (1902-1968). Record (R$ 22,00). Americano, ganhou o Nobel de 1962. Marcada por forte crítica social, obra narra a saga de uma família de camponeses em busca de trabalho na Califórnia. 46º – Auto de Fé (1935) – Elias Canetti (1905-1994). Nova Fronteira (R$ 42,00). Búlgaro de língua alemã, ganhou o Nobel de 1981. Obcecado desde a infância pela idéia de ler e saber tudo, o professor Kien acaba por morrer queimado em um incêndio de seus 100 mil livros. 47º – À Sombra do Vulcão (1947) – Malcolm Lowry (1909-1957). Ed. Siciliano (R$ 27,00). Inglês. Incorporando técnicas da linguagem cinematográfica -como flashbacks e justaposição de imagens e pensamentos-, a obra narra o périplo de um velho cônsul alcoólatra por uma cidadezinha do México. 48º – O visconde Partido ao Meio (1952)- Italo Calvino (1923-1985). Companhia das Letras. Italiano nascido em Cuba. Alegoria sobre visconde que, partido ao meio durante uma batalha, passa a viver só com a metade de seu corpo que restou, até que a outra metade decide reaparecer. 49º – Macunaíma (1928) – Mário de Andrade (1893-1945). Scipione e Villa Rica . Obra de ficção mais importante do modernismo brasileiro, “Macunaíma”, “o herói sem nenhum caráter”, sincretiza o que Mário de Andrade considerava as características do povo brasileiro: índio, negro e branco, desleal, ambicioso, coração mole, corajoso, mas preguiçoso. 50º – O Bosque das Ilusões Perdidas (1913) – Alain Fournier (1886-1914). Relógio d’Água (Portugal). A partir da paixão de um estudante por uma aldeã, o autor francês constrói uma fábula poética sobre a passagem da infância à adolescência. 51º – Morte a Crédito (1936) – Louis-Ferdinand Céline (1894-1961). Nova Fronteira . Fugindo da miséria, Ferdinand deixa sua casa e se envolve com um inventor fantástico que criou uma forma de plantio “rádio-telúrico”, que provoca a ira dos agricultores do interior da França. A obra radicalizou o experimentalismo linguístico de “Viagem ao Fim da Noite”. 52º – O Amante de Lady Chatterley (1928) – D.H. Lawrence (1885-1930). Graal . Proibido na Inglaterra por 32 anos, acusado de obscenidade, o romance narra a paixão avassaladora entre a mulher de um aristocrata inglês e um guarda-caça. 53º – O Século das Luzes (1962) – Alejo Carpentier (1904-1980). Global . Cubano. Publicada a princípio em francês, essa crônica histórica se passa na ilha antilhana de Guadalupe, onde comerciante tenta impor os ideais da Revolução Francesa (1789) em curso na Europa. 54º – Uma Tragédia Americana (1925) – Theodore Dreiser (1871-1945). New America Library (“An American Tragedy”, EUA). Escritor americano. Jovem ambicioso e arrivista planeja matar a namorada que pode impedir sua ascensão social. Deixa a idéia de lado, mas a moça acaba morrendo e ele é acusado. 55º – América (1927) – Franz Kafka. Livros do Brasil (Portugal). Obra inacabada de Kafka, publicada três anos após sua morte, conta a história de jovem que é enviado aos EUA pelos pais depois de engravidar uma empregada. 56º – Fontamara (1930) – Ignazio Silone (1900-1978). Europa-América (Portugal). Italiano. A obra gira em torno do recenseamento de camponeses feito pelos fascistas após subirem ao poder. Obra que influenciou o cinema neo-realista. 57º – Luz em Agosto (1932) Willian Faulkner. Livros do Brasil (Portugal). A obra enfoca a tensão racial no sul dos EUA a partir da história de Joe Christmas, que, por ser mulato, não consegue se integrar nem ao mundo dos negros nem ao dos brancos. 58º – Nostromo (1904) – Joseph Conrad. Record. Em país fictício da América do Sul à beira de uma revolução, o marujo Nostromo salva carga em vias de cair em mãos de rebeldes. Debelada a revolta, sua proeza é desprezada pelos companheiros. Resolve então ocultar a carga. 59º – A Vida – Modo de Usar (1978) – Georges Perec (1936-1982). Companhia das Letras . Partindo da idéia do quebra-cabeças, o livro relaciona as vidas e experiências dos moradores de um edifício em Paris. Perec participou do grupo de experimentação literária OuLiPo, de Raymond Queneau. 60º – José e Seus Irmãos (1933-1943) – Thomas Mann. Ed. Nova Fronteira . Tetralogia baseada na narrativa bíblica de Jacó, vendido pelos irmãos aos israelitas: “A História de Jacó”, “O Jovem José”, “José no Egito” e “José, o Provedor”. 61º – Os Thibault (1921-1940) – Roger Martin du Gard (1881-1958). 2 vols. Ed. Globo . Neste ciclo de oito romances, os grandes temas do entre-guerras, como o declínio do espírito religioso e a desilusão com o socialismo, são encenados por meio da trajetória de dois irmãos. Francês, ganhou o Prêmio Nobel em 1937. 62º – Cidades Invisíveis (1972) – Italo Calvino (1923-1985). Companhia das Letras . O viajante veneziano Marco Polo descreve a Kublai Khan, de modo fabular e fantasioso, as incontáveis cidades do império do conquistador mongol. 63º – Paralelo 42 (1930) – John dos Passos (1896-1970). Ed. Rocco . Inaugurando a trilogia “USA”, formada ainda por “1919″ e “Dinheiro Graúdo”, a obra do autor americano descendente de portugueses traça um painel da América nas primeiras décadas do século. 64º – Memórias de Adriano (1951) – Marguerite Yourcenar (1903-1987). Ed. Nova Fronteira . Escritora belga. No século 2º d.C., o imperador romano Adriano, próximo da morte, faz um balanço de sua existência em carta ao jovem Marco Aurélio. 65º – Passagem para a Índia (1924) – E.M. Forster (1879-1970). Publicações Europa-América (Portugal). Inglês. Na Índia sob dominação britânica, um nacionalista hindu é acusado por uma inglesa de praticar atos imorais. É preso e levado a julgamento. 66º – Trópico de Câncer (1934) – Henry Miller. Ibrasa – Instituição Brasileira de Difusão Cultural . De caráter autobiográfico, a obra recria o clima de liberdade e inconformismo de artistas e escritores americanos que viviam em Paris no entre-guerras. 67º – Enquanto Agonizo (1930) – William Faulkner. Ed. Exped . O périplo da família Bundren para enterrar a mãe em Jefferson é um pretexto para virem à tona -na consciência das personagens- as desavenças entre irmãos, pai e tios. 68º – As Asas da Pomba (1902) – Henry James (1843-1916). Ediouro . Rapaz é estimulado pela amante maquiavélica a cortejar uma milionária que está à beira da morte. 69º – O Jovem Törless (1906) – Robert Musil. Ed. Nova Fronteira . Alemão. Descreve a vida de adolescentes em um internato alemão, onde a severidade do sistema educacional conjuga-se à brutalidade do comportamento dos alunos. 70º – A Modificação (1957) – Michel Butor (1926). Minuit (“La Modification”, França). Narrado inteiramente na segunda pessoa do plural, o livro conta a história de homem que, em um trem, a caminho de encontrar a amante em Roma, divide-se entre o amor dela e o de sua mulher. 71º – A Colméia (1951) – Camilo José Cela (1916). BCD União de Editoras . Espanhol, ganhou o Nobel de 1989. Diversos personagens e histórias se cruzam neste livro em que a verdadeira personagem é a cidade de Madri (Espanha), logo após a Segunda Guerra. 72º – A Estrada de Flandres (1960) – Claude Simon (1913). Ed. Nova Fronteira . O francês Claude Simon, ligado ao movimento do “roman nouveau” (novo romance), evoca neste livro a derrota da França pelos nazistas em 1940. Ganhou o Prêmio Nobel em 1985. 73º – A Sangue Frio (1966) – Truman Capote (1924-1984). Livros do Brasil (Portugal). Enviado como jornalista para cobrir um crime real, o autor americano criou um novo gênero -o romance-documento-, que insere na ficção a investigação sistemática da reportagem. 74º – A Laranja Mecânica (1962) – Anthony Burgess (1916-1993). Ediouro . Em uma cidade imaginária, o líder de uma gangue de vândalos é preso e submetido a lavagem cerebral para “descriminalizá-lo”. Escritor britânico. 75º – O Apanhador no Campo de Centeio (1951) – J.D. Salinger (1919). Editora do Autor . O americano Salinger retrata o vazio da classe média americana e os dilemas típicos da adolescência nos anos 50 a partir da história de um jovem que vaga sem rumo por Nova York. 76º – Cavalaria Vermelha (1926) – Isaac Babel (1894-1941). Ediouro . De grande força épica, o livro narra a vida repleta de massacres e violência dos soldados russos -os cossacos. 77º – Jean Christophe (1904-12) – Romain Rolland (1866-1944). Ed. Globo . Biografia imaginária de um músico alemão que vai viver na França, mas acaba se decepcionando com a frivolidade da cultura do país. 78º – Complexo de Portnoy (1969) – Philip Roth (1933). Editora L&PM . Americano. Conceito da psiquiatria, “Complexo de Portnoy” tem como eixo garoto judeu obcecado pela mãe e em busca de satisfação sexual, o que acaba por aumentar seu complexo de culpa. 79º – Nós (1924) – Evgueni Ivanovitch Zamiatin (1884-1937). Ed. Antígona (Portugal). O escritor russo satiriza o regime comunista soviético por meio de uma cidade imaginária onde não existem nem individualismo nem liberdade. 80º – O Ciúme (1957) – Allain Robbe-Grillet (1922). Ed. Minuit (“La Jalousie”, França). Francês. Nesta obra-chave do “nouveau roman”, um narrador paranóico investiga a suposta traição da mulher. 81º – O Imoralista (1902) – André Gide (1869-1951). Ed. Gallimard (“L’Imoraliste”, França). Escritor francês. Criado na estrita moral puritana, Michel busca a auto-realização, o que resulta no sacrifício daqueles que o cercam, como a sua mulher. 82º – O Mestre e Margarida (1940) – Mikhail Afanasevitch (1891-1940). Ed. Ars Poética . Escritor russo. Voland -a encarnação do diabo- é internado em um manicômio ao desmascarar os abusos e favoritismos da sociedade russa dos anos 20. 83º – O Senhor Presidente (1946) – Miguel Ángel Asturias (1899-1974). Ed. Losada (“El Señor Presidente”, Argentina). Ganhador do Nobel de 1967, o guatemalteco se tornou um dos pioneiros do “realismo mágico” com esta obra que satiriza um ditador sul-americano. 84º – O Lobo da Estepe (1927) – Herman Hesse (1877-1962). Ed. Record . Escritor alemão. Solitário e em crise existencial, o escritor Harry Haller acaba por conhecer duas pessoas que vão incitá-lo a aceitar a vida em toda a sua plenitude. 85º – Os Cadernos de Malte Laurids Bridge (1910) – Rainer Maria Rilke (1875-1926). Editora Siciliano . Escritor alemão. Intelectual reflete em seu diário sobre a morte e a busca de Deus enquanto se recupera de uma doença. 86º – Satã em Gorai (1934) – Isaac B. Singer (1904-1991). Ed. Perspectiva . No século 17, em uma aldeia da Polônia assediada por tropas inimigas, um falso messias anuncia a redenção próxima. Polonês de língua inglesa, Singer recebeu o Prêmio Nobel em 1978. 87º – Zazie no Metrô (1959) – Raymond Queneau (1903-1976). Ed. Rocco . Francês, criador nos anos 60 do grupo de experimentação literária OuLiPo. Enquanto o metrô está em greve, Zazie percorre a cidade de Paris, partilhando a experiência de personagens como uma viúva, um taxista e um cabeleireiro. 88º – Revolução dos Bichos (1945) – George Orwell. Editora Globo . Animais de uma fazenda se rebelam contra seus donos e tomam o poder. Ambicionam realizar uma “sociedade” igualitária, mas logo se instala uma ditadura, a dos porcos, que submete os demais bichos como faziam os donos humanos. 89º – O Anão – Pär Lagerkvist. Ed. Farrar, Strauss & Giroux (“Dwarf”, EUA). No século 15, em Florença, um anão conta em um diário como foi encarcerado na torre do palácio por Lorenzo de Médici depois de servi-lo por vários anos. O autor sueco ganhou o Nobel em 1951. 90º – A Tigela Dourada (1904) – Henry James. Oxford University Press (“The Golden Bowl”, EUA). Dividido em duas partes, o livro é um estudo sobre o adultério a partir da ótica de um aristocrata e de sua mulher. 91º – Santuário – William Faulkner. Editora Minerva (Portugal). Um delinquente mata um de seus comparsas e violenta uma jovem, que ele depois obriga a se prostituir. Perseguido pela polícia, ele é inocentado do crime pela mulher, que acusa a um outro, que acaba linchado. A fraqueza da justiça humana, a crueldade e a impotência são alguns dos temas reunidos por Faulkner neste livro, em que a tragédia grega se intromete no romance policial, na observação de André Malraux. 92º – A Morte de Artemio Cruz (1962) – Carlos Fuentes (1928). Ed. Rocco . Escritor mexicano. Inválido e à beira da morte, o rico e poderoso Artemio Cruz relembra o seu passado revolucionário. 93º – Don Segundo Sombra (1926) – Ricardo Güiraldes (1886-1927). Ed. Scipione . De dimensões míticas, obra narra a formação de um jovem por um dos últimos “gauchos” dos pampas argentinos. Obra de forte caráter nacionalista. 94º – A Invenção de Morel (1940) – Adolfo Bioy Casares (1914). Ed. Rocco . Neste clássico da literatura fantástica, o autor argentino cria a história de um homem em fuga da Justiça que chega a uma ilha deserta, onde pouco a pouco realidade e imaginário começam a se misturar. 95º – Absalão, Absalão (1936) – William Faulkner. Editores Reunidos (Portugal). O passado mítico e trágico de Thomas Sutpen, que impôs a destruição à velha aristocracia de uma cidade, é narrado a partir de três pontos de vista diferentes, que se contradizem, se anulam ou se confirmam. O drama familiar, o conflito racial e a decadência sulina expandem-se em um quadro histórico dos maiores construídos por Faulkner. 96º – Fogo Pálido (1962) – Vladimir Nabokov (1899-1977). Ed. Teorema (Portugal). Escritor russo-americano. Após apresentar ao leitor um poema recém-descoberto -”Fogo Pálido”-, o narrador analisa sua estrutura e investiga as motivações que levaram o autor -já morto- a escrevê-lo. 97º – Herzog (1964) – Saul Bellow (1915). Ed. Relógio d’Àgua (Portugal). Em crise existencial, intelectual passa a enviar cartas a figuras fictícias, como filósofos, políticos, além de Deus e a si mesmo. Americano, ganhou o Nobel em 1976. 98º – Memorial do Convento (1982) – José Saramago (1922). Bertrand . Autor português, ganhou o Nobel em 1998. Durante construção de convento em Portugal no século 18, padre idealiza realizar um engenho voador, a “passarola”, o que desagrada a Inquisição. 99º – Judeus sem Dinheiro (1930) – Michael Gold (1893-1967). Editorial Caminho (Portugal). Membro do Partido Comunista, o escritor americano traça um painel do bairro do Lower East Side, em Nova York, durante as primeiras décadas do século, quando começavam a chegar as primeiras levas de imigrantes judeus. 100º – Os Cus de Judas (1980) – Antonio Lobo Antunes (1942). Ed. Marco Zero . Escritor português. A obra trata de forma sarcástica e irreverente a ditadura salazarista dos anos 70 e as guerras pela libertação das colônias portuguesas na África. Assis Ribeiro Da Revista Fórum Corpo feminino, beleza e diversidade na mídia À medida que as mulheres passaram a obter vitórias políticas, conseguindo a igualdade jurídica, a discriminação foi deslocada para outros campos. E um tema que merece atenção é o da aparência feminina, pois envolve uma mudança no enfoque do corpo da mulher na mídia. Por Cynthia Semíramis Mulheres ainda são avaliadas primeiro – e principalmente – por sua aparência, e não por suas atitudes e qualidades. Resquício de uma época na qual mulher não podia estudar nem trabalhar, a aparência feminina era fundamental para enfeitar o ambiente e se destacar. Porém, os tempos mudaram e hoje não faz o menor sentido adotar a aparência física como critério principal para a avaliação da vida de uma mulher, e de sua atuação profissional. Um homem não vai ser considerado menos profissional se for careca, idoso ou andar como um pato. Caso não use as roupas da moda, será visto como excêntrico, não como indigno de confiança profissional. Uma mulher será criticada em toda a sua aparência (peso, roupas, esmalte, batom, rímel, sombra, cor e corte de cabelo, espessura e formato da sobrancelha, sapatos, bolsa, brincos, colares e pulseiras) antes de ser avaliada pelo que tem a dizer. Seu peso e sua aparência são tratados como assuntos públicos, como se ela estivesse o tempo todo precisando primeiro ser aprovada como enfeite, e só depois, segundo o ideal de beleza vigente, pudesse ser avaliada e aprovada como profissional. Essa desigualdade na abordagem da aparência faz com que as mulheres não tenham a mesma igualdade de oportunidades que os homens. A avaliação é feita por critérios desiguais em razão de gênero, e a necessidade de atender a essa pressão faz com que mulheres sejam fortemente prejudicadas em sua vida social e profissional. Ideal de beleza ignora a diversidade de corpos Ao longo do século XX, o padrão de beleza criado a partir das medidas da média das mulheres deu lugar ao ideal de beleza, que valoriza um tipo de corpo bem distante da média da sociedade. Em 1950, uma mulher de 1,60m e 63kg era modelo de beleza; atualmente a modelo tem de ter mais de 1,75m e pesar 50kg ou menos. A modelo de 1950 tinha o corpo parecido com o das mulheres de sua época; a de hoje tem o corpo bem distante da realidade da maioria das mulheres. O modelo ideal de beleza atual, incentivado pelos meios de comunicação de massa, é extremamente limitador: para ser bonita é necessário ser jovem, extremamente magra, alta e com traços europeizados (pele, cabelos e olhos claros, cabelos lisos). Basta andar na rua para perceber que é raríssimo alguém ter todas essas características – e praticamente impossível tê-las ao mesmo tempo. Trata-se de um modelo que ignora a diversidade racial e cultural brasileira. É absurdo que, para ficar em um exemplo, cabelos escuros e crespos sejam vistos como inadequados e necessitem ser clareados e alisados para se enquadrar em um ideal de beleza que nega a história das brasileiras. Porém, é esse ideal de beleza altamente excludente e alienante que é tratado como único modelo a ser seguido se as mulheres quiserem obter respeito social e profissional. Infância direcionada para os cuidados com a aparência Um dos efeitos da obsessão em obrigar mulheres a ter o corpo perfeito está na pressão exercida durante a infância. Ao invés de brincar ou estudar, as meninas são incentivadas a perseguir um corpo ideal desde tenra idade. Antes de aprender a ler, meninas já aprenderam a usar batom e a ter medo de engordar. É cada vez mais comum encontrar maquiagem e tintura para cabelos específicos para crianças. Saltos altos, tratamentos estéticos e gestos limitados para não sujar roupas ou borrar a maquiagem já são rotina para muitas meninas. Estudar, ter vida social e tentar ser feliz são valores secundários: o que importa é aprenderem a controlar e alterar o próprio corpo para obter a aparência perfeita. Durante a puberdade, incapazes de aceitar as mudanças em suas formas e o aumento do grau de gordura corporal, muitas meninas se entregam a dietas de emagrecimento, às vezes até dificultando ou impedindo o processo metabólico natural que levará à menarca. O impacto em suas vidas varia de problemas com autoestima e insatisfação duradoura com seu corpo, passando pelo desenvolvimento de distúrbios alimentares e anorexia, podendo chegar à morte. Igualdade de gênero, violência e declarações de direitos A pressão para construir e manter o corpo perfeito resulta em violência física e psicológica. Tentar atingir um modelo inatingível gera angústia, estresse e sensação de inadequação. A pretexto de modificar quem não se enquadra no modelo, estimula-se a zombaria e a agressão, chegando ao ponto de agressão física (como os “rodeios de gordas” na Unesp, no qual universitários perseguiam e agrediam suas colegas que estavam acima do peso considerado ideal). Além da questão da violência, há também a violação do princípio da igualdade. Não é possível ter igualdade de gênero em um sistema que, desde a tenra idade, força as meninas a se perceberem como fisicamente inadequadas e dificulta a inclusão social feminina. Também há a violação dos princípios de proteção ao desenvolvimento físico e mental das crianças e adolescentes. Declarações de direitos são fundamentais no combate a todo tipo de discriminação contra mulheres, inclusive quando gera violência psicológica. Dentre as diversas declarações e convenções, destacamos a Convenção de Belém do Pará (1994), dedicada a combater a violência contra mulheres. O artigo 6º declara o direito de a mulher ser valorizada e educada livre de padrões estereotipados de comportamento e práticas sociais e culturais baseados em conceitos de inferioridade ou subordinação, e o artigo 8º, g, considera dever do Estado incentivar os meios de comunicação a formular diretrizes adequadas de divulgação que contribuam para a erradicação da violência em todas as suas formas e enalteçam o respeito pela dignidade da mulher. Combatendo a discriminação em razão de aparência O combate às discriminações legitima a atuação do Estado em duas frentes: estímulo a políticas públicas de combate à discriminação e incentivo à introdução de mudanças nas áreas de educação e mídia para modificar as relações de poder que estereotipam e patrocinam comportamentos prejudiciais às mulheres. O Estado brasileiro vem agindo por meio da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM), desenvolvendo atuação específica para questionar e combater os estereótipos sobre mulheres divulgados em anúncios publicitários e programação televisiva. É importante lembrar que o Estado não está censurando nem proibindo, está apenas questionando os valores que são transmitidos pelos meios de comunicação. Ao questionar, propõe mudança de paradigma para que a mídia combata a violência simbólica contra mulheres. A atuação da SPM, embora louvável e juridicamente correta, ainda é insuficiente. É necessário haver mais envolvimento da sociedade civil e dos demais poderes da República, a exemplo do que ocorre em outros países. Na Suécia, anúncios que exploram o corpo feminino ou que usam mulheres para vender produtos não ligados ao corpo feminino são pichados e sofrem repúdio público. Na Espanha, os desfiles de moda seguem regras para impedir a participação de modelos desnutridas ou jovens demais. Na Inglaterra, anúncios de maquiagem e produtos tidos como rejuvenescedores são retirados de circulação se fica evidente o excesso de manipulação digital da imagem, caracterizando propaganda enganosa. O Ministério Público de São Paulo tem interferido na indústria da moda com bons resultados. Ao exigir modelos negras nas passarelas e proibir algumas participações (modelos abaixo de 16 anos ou magras demais), abriu espaço para maior diversidade de mulheres nas passarelas. É necessário ampliar esse tipo de iniciativa para outras áreas. Anúncios publicitários ainda são bastante discriminatórios e o Conar, apesar da pressão da sociedade civil, pouco tem feito para modificar esse quadro. Falta diversidade nas revistas e na televisão: a aparência física da maioria das apresentadoras de telejornais, atrizes e modelos está bem distante da média da população e não representa a diversidade das regiões e dos corpos das mulheres brasileiras. O descaso com que são recebidas as críticas à falta de diversidade na mídia faz crer que é necessário forçar a implementação de cotas para estimular a diversidade feminina. Também é o caso de efetivamente punir propaganda enganosa ou discriminatória em razão de aparência. Em suma, é necessário agir não só por meio de políticas públicas, mas judicialmente, para impedir que seja incentivado um ideal de beleza excludente que atua para controlar os corpos e restringir a vida das mulheres. Mulheres são muito mais do que corpos, e corpos são muito mais do que aparência estética. É importante lembrar disso para combater o controle do corpo feminino através da imposição midiática de um modelo estético opressor, que ignora a diversidade e que não contribui para uma vida com mais liberdade para as meninas e mulheres. Mitos e verdades sobre o uso do protetor solar BLOG por david em 4 de dezembro de 2013 Tudo bem com vocês, lindas? Hoje conversaremos um pouco sobre protetor solar. Respondemos algumas perguntas e desvendamos alguns mistérios que intrigavam grande parte das pessoas. Perguntas sobre cor de pele, fator de proteção, bronzeamento e até sobre uso de protetor em outras horas do dia. Você vai amar. Não estou na praia. Preciso usar protetor solar? Sim. O protetor deve ser utilizado diariamente. O sol acelera o envelhecimento de qualquer forma, pois destroi o colágeno da pele, substância responsável por manter a estrutura jovem. Mas se estiver nublado eu não preciso usar, não é mesmo? Não é bem assim. As nuvens não filtram totalmente os raios ultravioletas. O fato é que não conseguimos ver os raios do sol, mas os raios malignos estão lá. Proteção sempre. O protetor com FPS 60 protege mais que o FPS 30? Não. A diferença é mínima entre eles, variando entre 4% e 5%. Quando utilizamos, o fator de proteção cai pela metade, isso dependendo do peso da pessoa, o que interfere no nível de absorção da pele. O importante é proteger. Posso ficar bronzeada com o protetor solar? Pode. O protetor permite ganho de cor, mas a nova tonalidade só poderá ser percebida com um tempo maior. Sem proteção, a pessoa consegue perceber a cor nova em dois dias em média, mas utilizando o protetor, essa diferença poderá ser percebida em até 5 dias. Demora mais, em compensação, a cor é mais segura e dura mais tempo. Sem falar que sua saúde agradece. Não preciso utilizar protetor solar em dias nublados, não é mesmo? Não é bem assim. As nuvens não filtram totalmente os raios ultravioletas. O fato é que não conseguimos ver os raios do sol, mas os raios malignos estão lá. Proteção sempre. O protetor perde a função quando entra em contato com a água? Sim. Perde. Por isso é importante aplicar o produto após cada mergulho ou quando houver muita transpiração. O uso de chapéu substitui a proteção do filtro? Não, porém o casamento do protetor solar com acessórios que nos disponibilizam sombra sempre deve ser levado em consideração. Roupas leves e claras também não estão descartadas. por cris em 14 de abril de 2012 Quem não usa ou nunca usou um batom já pode atirar o primeiro salto alto. Ele é um dos produtos de beleza mais vendidos, é indispensável em qualquer bolsa de mulher, é responsável por grandes diferenças em uma make. Versátil, essa definição lhe cai muito bem. Algo fundamental também é conhecer de que ele é feito para garantir que seja sempre um algo a mais de saúde em sua vida. Sua principal matéria-prima é a cera de carnaúba com aromas e pigmentos; adicionais como manteiga de karité e filtro solar também são costumeiramente adicionados afim de se proporcionar mais qualidade ao produto. O batom costuma ser um item acessível de maquiagem, mas pode variar muito de preço dependendo da marca que escol her. O mais caro registrado até hoje é da Guerlain e custa em torno de 94 mil reais; o alto valor se atribui à embalagem que é feita de 110 gramas de ouro 18 quilates e tem 199 diamantes. Outra versatilidade desse produto são as infinitas opções de cores e saiba que existem algumas que mais combinam como cada tipo de pele. As morenas, por exemplo, combinam muito com tons de rosa, coral, pêssego, marrom e vermelho intenso. Para as negras, já se recomenda os tons de marrom rosados ou alaranjados e vinho. Para as loiras rosadas, a aposta é pelas cores variantes do rosa, vermelhos e cereja vibrantes. As brancas amareladas e as orientais já devem preferir o pink, vermelhos abertos e fechados. Quem quiser conhecer nossa gigantesca coleção de batons, dê uma passadinha aqui na Mulher Cheirosa e entregue-se ao poder de nossas maquiadoras. Apesar de o sol ser culpado por nada menos do que 80% do envelhecimento da pele, no dia a dia você também precisa se preocupar com as agressões causadas pela poluição, pelo ar condicionado e pelo estresse. Juntas, elas destroem as fibras que dão sustentação à pele, além de roubar o brilho e a hidratação. A boa notícia é que dá para prevenir e combater todos esses problemas de ma só vez escolhendo um hidratante multifuncional. Ele obrigatoriamente tem de ter um fator de proteção solar alto (recomendam-se FPS 30 para o rosto e 15 para mãos e braços) e ativos antioxidantes e desintoxicantes que blindam a sua pele. Mas fique atenta: apesar de funcionar como um escudo de proteção, o creme deve ser leve e especialmente desenvolvido para a pele brasileira, como o UV Perfect. Você sabia que a ingestão de duas ou três bananas por dia traz um bem “danado” à saúde e é um excelente remédio para superar a depressão? Um estudo elaborado nas Filipinas destaca o alto conteúdo do trytoplan, um antidepressivo natural da fruta. Os pesquisadores filipinos asseguram que essa substância mantém os níveis de serotonina no cérebro e melhora o humor das pessoas. Os profissionais observaram também outras vantagens para a saúde, como a presença de vitamina A, C, K e B6, além de não produzir colesterol nem causar obesidade, reduzir os riscos de ataque cardíaco e contribuir para reforçar a massa muscular e a energia. O chocolate além de ser nutritivo, rico em proteínas e em energia, contém outras propriedades muito importantes, como a presença do triptofano, que tem ligação com a serotonina, o hormônio responsável por produzir no corpo sensações de tranquilidade, relaxamento e felicidade. Além disso, é rico em magnésio, um mineral que ajuda a aliviar os sintomas da TPM e a melhorar o humor nos dias do período menstrual. O chocolate além de invadir as prateleiras dos supermercados, invadiu na indústria de cosméticos, salões de beleza e spas e está deixando a pele e os cabelos muito mais bonitos e saudáveis. A Chocoterapia contribui positivamente na redução do processo de envelhecimento, promove a circulação linfática do organismo, melhorando a tonificar a pele, melhorando a circulação sanguínea, previne e evita a pele seca, conferindo-lhe uma maior suavidade, este tratamento também remineraliza a camada superficial da pele e ajuda a diminuir o acne. Você encontra a Chocoterapia na Clínica de Beleza da Mulher Cheirosa, que conta com um banho gostoso de chocolate, cremoso, hidratante, remineralizante e nutritivo, dando viço, luminosidade e maciez à pele. Uma delícia!!! por cris em 5 de setembro de 2012 As mulheres que já casaram e as que ainda vão viver esse grande dia sabem da importância de fazer e aproveitar bastante o Spa da Noiva. Sabendo disso, e atendendo a muitos pedidos das noivinhas, vamos falar e explicar um pouquinho dos nossos pacotes disponibilizados para vocês. Para melhor atendê-las e pensando no orçamento de cada uma, disponibilizamos 5 tipos de produções especialmente para vocês. O primeiro é o Kit Buquê Orquídea que é o mais básico a ser realizado aqui na Mulher Cheirosa, mas que nem por isso vai te deixar menos linda. Ele inclui os seguintes itens: Banho de lua tradicional (descoloração, esfoliação, hidratação e sais de banho) Prova do penteado Penteado Maquiagem Manicure francesinha com strass na unha da aliança Pedicure francesinha Design de sobrancelha O segundo kit é Buquê Rosa. Ele se divide em dois dias e oferece: Banho de noiva (2 dias): 1ª parte (um dia antes do casamento) – descoloração, esfoliação e banhos hidratantes 2ª parte (no dia do casamento) – banhos de cheiro, afrodisíacos, pétalas de rosas e hidromassagem Manicure francesinha com um strass na unha da aliança Pedicure francesinha Depilação completa (perna, contorno, axila e buço) Design de sobrancelha Prova do penteado Penteado Maquiagem Alimentação (almoço e lanche) O terceiro Kit Buquê Tulita. Ele disponibiliza o tratamento em 3 dias – tudo para você sair ainda mais linda da nossa Clínica. Esse pacote inclui: - Banho de noiva (2 dias): 1ª parte (um dia antes do casamento) – descoloração, esfoliação e banhos hidratantes 2ª parte (no dia do casamento) – banhos de cheiro, afrodisíacos, pétalas de rosas e hidromassagem - Manicure francesinha com um strass na unha da aliança - Pedicure francesinha - Depilação completa (perna, contorno, axila e buço) - Design de sobrancelha - Prova do penteado - Penteado - Maquiagem - Massagem relaxante - Limpeza de pele (recomendamos de 7 a 10 dias antes do casamento) - Alimentação (almoço e lanche) O 4º é o Kit Buquê Lirium e é o mais completo. Nele estão inclusos todos os serviços que a Noiva necessita. Está incluso: Banho de noiva (2 dias): 1ª parte (um dia antes do casamento) – descoloração, esfoliação e banhos hidratantes 2ª parte (no dia do casamento) – banhos de cheiro, afrodisíacos, pétalas de rosas e hidromassagem Manicure francesinha com um strass na unha da aliança Unhas postiças Pedicure francesinha Parafina mãos Spa dos pés ou escalda pés Depilação completa (perna, contorno, axila e buço) Design de sobrancelha Henna ou tinta nas sobrancelhas Prova do penteado Penteado Maquiagem Massagem relaxante Limpeza de pele (recomendamos de 7 a 10 dias antes do casamento) Hidratação facial (tira o stress, casaco, clareia a pele, dá viço e luminosidade para receber a maquiagem) Banho de argila com chocolate ou algas (auxilia na redução de medidas, funciona como retenção de líquido, clareador de manchas e é curativa) – recomendamos um dia antes do casamento Maquiagem e penteado da mãe da noiva Alimentação (almoço e lanche) Por fim, o nosso 5º kit é o At Home que é a possibilidade de oferecer os principais serviços em domicílio. Seja em casa, em um hotel ou em qualquer outro lugar, nós iremos até você. O pacote é composto por: Prova do penteado Penteado Maquiagem Para saber valores e agendar a sua data, entre em contato conosco pelo telefone: (85) 3244 0807. Para finalizar o nosso post e deixar todos vocês de olhos muito bem abertos e de queixo caído, aí vão algumas imagens de uma pequeníssima parcela das mulheres que confiaram em nosso trabalho e receberam toda a qualidade que elas mereciam. O problema será: “Qual penteado e make eu vou escolher?” Com a ajuda de um lenço de papel, retire o excesso de batom, aplique uma camada fina de pó e passe mais uma camada de batom. Prontinho! Seguindo essas dicas, seu batom, além de lindo, durará muito mais tempo nos lábios. Para deixar a pele dos lábios em uma cor mais uniforme ou deixar o batom com efeito matte, pode-se acrescentar prime e base. O efeito também fica fantástico! Gostou? Quer mais dicas? Acesse e curta nossa página no facebook (/ClinicaMulherCheirosa) e no instagram (@Mulher_Cheirosa). Beijinho, queridas! O dia do casamento é o dia mais feliz na vida de uma mulher. Cada mínimo detalhe é planejado para que o dia seja perfeito! Então, por que não se preocupar também com a maquiagem desse dia? É preciso estar muito atenta à maquiagem. Primeiramente, as referências são essenciais nesse momento: se o estilo do casamento vai ser mais romântico, retrô, moderno… todos os pequenos detalhes – sim, até a maquiagem – devem casar. Além disso, o maquiador deve lembrar que a make precisa durar bastante, afinal, o dia do casamento é um dia de muitas emoções e ela deve durar na alegria e na tristeza. Por isso, para um trabalho primoroso, os produtos devem ser à prova d’água, pois evita que borre. Outra dica super importante é deixar a pele da noiva de porcelana; ela tem que estar com a tez incrível, sem poros abertos, bem iluminada e hidratada. O branco do vestido pede uma maquiagem mais romântica e que preze pela iluminação. Tanto cabelo quanto o olho devem estar em sintonia com o vestido e estilo do casamento. Por exemplo, cabelos tradicionais ou que sigam um estilo vintage pedem uma maquiagem suave e delicada. O ideal é conversa com um profissional de sua confiança e sempre buscar referências para fazer uma make perfeita. Na Clínica Mulher Cheirosa temos uma equipe super preparada e antenada nas últimas tendências de make e cabelo. Limpeza Nosso primeiro passo é a limpeza. Deixar o rosto limpo é super importante pois, assim, a pele recebe melhor as texturas e pigmentos da maquiagem. 1. O ideal é usar um sabonete neutro ou adequado para o seu tipo de pele. 2 . Após, passar uma loção adstringente para fechar os poros. Hidratação A hidratação da pele é outro passo muito importante, é com ajuda dela que vamos fixar melhor a maquiagem. 1. Aplique o hidratante especial para o seu tipo de pele. Quem tem pele seca deve optar por cremes hidratantes e quem tem pele oleosa é indicado o uso de gel ou loção oil-free. 2. Com a ajuda dos dedos, faça uma massagem para melhorar a circulação do rosto. Fixação da maquiagem 1. O gelo é um aliado de longas datas na hora de fechar os poros e na ajuda para fixar a maquiagem. Coloque gelo em uma toalha, enrole e passe em todo o rosto (nunca passe gelo diretamente no rosto, pois ele pode gerar queimaduras na pele); 2. O primer deve ser o nosso melhor amigo na hora da maquiagem. Ele é uma espécie de base para ser usada antes da base, pois esse produto fecha os poros, controla a oleosidade e prepara a textura da pele para uma melhor fixação. Existem primers de diversos tipos, como o facial, labial e para a área dos olhos. 3. Por último, o pó. Esse é o produto coringa da maquiagem. Deve ser aplicado depois da base, em todo o rosto para fixar ainda mais a make. Antes de passar o lápis ou delineador, também aplique um pouco de nas pálpebras, ele vai ajudar a controlar a oleosidade da área e impedir que a make borre facilmente. A base é um dos itens mais importantes na hora da maquiagem, pois é ela que vai deixar sua pele impecável: sem manchas ou marcas e texturas diferentes. Usando o produto certo para a sua pele, a base é capaz de deixá-la uma verdadeira porcelana. Testando a base Existe uma grande dúvida na hora de escolher a cor certa para sua pele. O primeiro passo é escolher dois tons mais próximos da cor da sua pele, para se certificar, faça uma linha fina logo abaixo das maçãs do rosto. A cor que mais se aproximar ao seu tom de pele, é a ideal para o seu rosto. Se a dúvida persistir, escolha o tom mais claro pois a base tende a escurecer com o tempo. O que é melhor: pincel ou esponja? Para escolher qual o melhor material é preciso definir o tipo da base. Alguns profissionais preferem o pincel, pois o efeito fica mais natural, no entanto, as bases duo ou em pó fixam melhor com a ajuda da esponja. Bases HD, líquidas ou cremosa, use pincéis com fibra ótica. E as compactas pedem esponjas achatadas. Luz! Garanta pontos de luz utilizando tons mais claros e escuros que a sua pele. No caso da zona T, espalhe base um tom mais claro que a sua pele na testa, nariz e queixo. No restante do rosto, uniformize utilizando a base no seu tom. Como cuidar das unhas INTERNACIONAIS, VOCÊ MELHOR por elaine em 16 de agosto de 2013 Unhas lindas, compridas e bem fortes… quem não quer? Tem mulher que sofre para deixá-las assim, principalmente as que atuam como dona de casa. A verdade é que louça, roupa e outros cuidados com a casa não facilitam no cuidado com as unhas. Pensando nisso, a Mulher Cheirosa vem te mostrar algumas dicas extras para manter as unhas sempre bonitas. Cutículas: Cuidar das cutículas é essencial, pois ela funciona como uma barreira protetora da unha. Então, o ideal é tirar a cutícula superficialmente de quinze em quinze dias e hidratá-la 3 vezes ao dia com creme hidratante especial para as mãos. Base: Troque a base que passamos antes do esmalte por um base fortalecedora. Elas fazem totalmente a diferença e existem várias no mercado com nutrientes importantes para o crescimento e fortalecimento das unhas. Esmalte: Os esmaltes impedem as unhas de respirarem, então, é interessante não ficar mais do que uma semana com o mesmo esmalte e, nesse meio tempo, deixar as unhas respirarem por, pelo menos, 3 dias. Vitaminas: Alimentação é tudo! E ela faz uma super diferença na aparência das unhas, pois elas dependem de vitaminas e nutrientes para crescerem fortes. Cabelos hidratados, sedosos e super lindos são o sonho de qualquer mulher. Especialistas se reinventam diariamente e todos os dias novos produtos são lançados para auxiliar as mulheres na busca pelo cabelo perfeito. No entanto, algumas pequenas mudanças na rotina já ajudam a manter os fios saudáveis e muito mais bonitos. Principais Cuidados Primeiramente, para ter um cabelo bonito e saudável, é importante usar produtos adequados ao seu tipo de fio. Por isso, na hora de escolher o shampoo e demais produtos, fique atenta se seu cabelo é liso, crespo, oleoso ou seco. A temperatura da água na hora da lavagem também é um fator muito importante. Água em temperatura alta torna o cabelo mais frágil, além disso, também evite lavar o cabelo todos os dias. O ideal é, depois de passar o shampoo, enxaguar o cabelo com água fria para fechar as cutículas. Quanto ao condicionador, sempre ter atenção que não deve colocá-lo na raiz, apenas nas pontas. Sempre que for usar chapinha ou utilizar o secador, é obrigatório usar um produto protetor. Alimentação Um dos principais influenciadores na saúde dos fios é a alimentação. Ferro, zinco, cobre, minerais, vitamina B12 e muita água, são responsáveis pela hidratação e beleza dos cabelos.